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Polícia identifica envolvidos em agressão contra macaco-prego em parque de SC

O episódio é investigado como possível crime de maus-tratos contra animal silvestre.

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A divulgação de um vídeo nas redes sociais colocou duas pessoas no centro de uma investigação da Polícia Civil em Maracajá, no Sul de Santa Catarina. As imagens mostram um macaco-prego sendo agredido no rosto por um homem dentro do Parque Ecológico do município. Os envolvidos já foram identificados: um homem de 23 anos, apontado como autor da agressão, e uma mulher de 19 anos, que teria feito a gravação.

Segundo o G1, o episódio é investigado como possível crime de maus-tratos contra animal silvestre, conforme previsto na Lei de Crimes Ambientais. A investigação busca esclarecer, entre outros pontos, quando exatamente a agressão ocorreu.

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Na gravação, o homem se aproxima do animal enquanto ele está em uma ponte de madeira. Antes do ataque, ele utiliza um galho para interagir com o macaco. Pouco depois, dá um tapa no rosto do primata, que acaba caindo da ponte. O vídeo ainda registra risadas após a agressão.

Embora a primeira divulgação sobre o caso tenha ocorrido em 26 de julho, as imagens voltaram a circular com força no domingo (9), quando foram publicadas por um biólogo. A direção do parque tomou conhecimento do vídeo no dia seguinte e decidiu encaminhar o material às autoridades.

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Segundo divulgado pelo G1, para Daniéla Gonçalves, presidente do Instituto Marakinho, episódios desse tipo vão além da agressão registrada. Ela explica que os animais podem passar a enxergar a aproximação humana como uma ameaça, o que favorece comportamentos defensivos e aumenta a possibilidade de novos conflitos.

O alerta é para que visitantes mantenham distância dos macacos e não tentem alimentá-los, tocá-los ou provocá-los. O parque possui 112 hectares de Mata Atlântica e abriga diferentes espécies, além de atuar como espaço de conservação, lazer e educação ambiental no Sul catarinense.

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