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STF e manifestações: Gilmar Mendes exalta atos contra PEC da Blindagem e anistia

Ministro foi criticado por advogado de Trump.

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Manifestações organizadas por movimentos de esquerda neste domingo (22) contra o PL da Anistia e a PEC da Blindagem ganharam respaldo público do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro afirmou que os atos representaram uma “prova viva da força do povo brasileiro” e ressaltou que o STF tem cumprido a missão de proteger as instituições democráticas.

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“Graças à atuação vigilante do STF e à mobilização da sociedade, o Brasil reafirma que não há espaço para rupturas ou retrocessos”, declarou.

Segundo Mendes, a bandeira nacional que marcou presença nas mobilizações simbolizou soberania e unidade, deslocando o uso das cores verde e amarela para além do campo conservador.

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Ele ainda propôs um “grande pacto nacional entre Executivo, Legislativo e Judiciário”, sustentado pelo engajamento popular, como forma de reforçar a estabilidade política.

>> LEIA TAMBÉM: Deputados aprovam urgência para proposta de anistia; oposição reage com gritos de “sem anistia”

A fala ocorre em meio ao avanço das discussões no Congresso sobre os projetos que dividem opiniões.

De Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também apoiou os atos, afirmando:

“Estou do lado do povo brasileiro. As manifestações de hoje demonstram que a população não quer a impunidade, nem a anistia”.

O posicionamento de Gilmar Mendes confirma o papel ativo do STF não apenas como guardião da Constituição, mas também como ator político central nas decisões que moldam o país.

No entanto, o advogado americano Martin De Luca, que representa a empresa Rumble e a Trump Media & Technology Group, rebateu a declaração de Gilmar.

Na mesma postagem, ele respondeu que o posicionamento do magistrado é um “ativismo político”, que “revela exatamente por que a confiança no STF está em queda”.

“Um juiz deve encarnar a imparcialidade. No entanto, o senhor celebra abertamente atos orquestrados pelo partido no poder, atos nos quais o próprio STF é exaltado como ator político. Isso não é independência judicial; é ativismo político”, criticou De Luca.

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