Homem finge ser juiz, aplica golpe de R$ 2 mil e acaba preso em Blumenau
As investigações continuam para verificar se outras pessoas também foram vítimas.

Um homem foi preso em flagrante na tarde desta quarta-feira (3) em Blumenau, suspeito de praticar estelionato após enganar uma moradora da cidade com a falsa promessa de vender um celular de alto valor por um preço muito abaixo do mercado.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o suspeito inicialmente entrou em contato com a vítima demonstrando interesse em alugar um apartamento anunciado por ela. Durante o encontro para conhecer o imóvel, ele teria afirmado ser magistrado e relatado a existência de um suposto leilão de aparelhos eletrônicos, onde seria possível adquirir celulares por valores reduzidos.
Após conquistar a confiança da mulher, o homem marcou um novo encontro próximo ao Fórum Universitário de Blumenau. Na ocasião, recebeu R$ 2 mil em dinheiro para intermediar a compra do aparelho e também solicitou o documento de identidade da vítima, alegando que precisava emitir a nota fiscal da negociação.
Logo depois de receber o valor e o documento, o suspeito deixou o local sem entregar o celular prometido nem devolver a identidade. Ao perceber que havia sido vítima de um golpe, a mulher decidiu procurar a delegacia para registrar a ocorrência.
Enquanto seguia para a unidade policial, ela avistou o suspeito circulando nas proximidades. Policiais civis foram informados da situação, realizaram a abordagem e efetuaram a prisão em flagrante.
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Segundo a Polícia Civil, todo o dinheiro entregue pela vítima foi recuperado. O homem foi autuado pelo crime de estelionato e permaneceu à disposição da Justiça.
O delegado responsável pelo caso solicitou a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva, considerando os indícios reunidos durante a investigação e a existência de registros anteriores relacionados a crimes patrimoniais em diferentes estados do país.
As investigações continuam para verificar se outras pessoas também foram vítimas do mesmo esquema e para apurar a possível atuação do suspeito em Santa Catarina e em outras regiões do Brasil.
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