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Bandeira amarela eleva custo da energia elétrica em todo o país; veja quanto a conta pode aumentar

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Os brasileiros continuarão pagando mais pela conta de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) manteve a bandeira tarifária amarela para o mês de julho, o que representa um custo adicional de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A decisão foi tomada em razão das condições menos favoráveis para a geração de energia elétrica durante o período seco. Com a redução do volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, aumenta a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, cuja geração é mais cara.

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Quanto isso representa na prática?

Embora o acréscimo pareça pequeno, ele varia conforme o consumo de cada residência ou empresa.

Confira alguns exemplos:

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  • 100 kWh/mês: acréscimo de R$ 1,89
  • 200 kWh/mês: acréscimo de R$ 3,77
  • 300 kWh/mês: acréscimo de R$ 5,66
  • 500 kWh/mês: acréscimo de R$ 9,43
  • 1.000 kWh/mês: acréscimo de R$ 18,85

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O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para informar aos consumidores o custo real da geração de energia no país. Quando as condições são favoráveis, é aplicada a bandeira verde, sem cobrança adicional. Já as bandeiras amarela e vermelha indicam custos maiores na produção de energia. Atualmente, os valores são:

  • Bandeira Verde: sem cobrança adicional;
  • Bandeira Amarela: R$ 1,885 a cada 100 kWh;
  • Bandeira Vermelha – Patamar 1: R$ 4,46 a cada 100 kWh;
  • Bandeira Vermelha – Patamar 2: R$ 7,87 a cada 100 kWh.

A recomendação é que consumidores adotem medidas para economizar energia, como reduzir o tempo de banho, utilizar aparelhos de alto consumo apenas quando necessário, substituir lâmpadas por modelos de LED e desligar equipamentos que não estejam em uso. Essas ações ajudam a amenizar o impacto da bandeira tarifária no orçamento familiar e das empresas.

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