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Incêndio em condomínio de Hong Kong deixa 128 mortos e cerca de 200 moradores continuam desaparecidos

Oito suspeitos de envolvimento no incêndio foram presos.

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As autoridades de Hong Kong avançaram nas investigações sobre o incêndio que devastou o complexo residencial Wang Fuk Court, na região de Tai Po, e já detiveram oito pessoas por suspeita de envolvimento no caso. As prisões ocorreram após a descoberta de materiais altamente inflamáveis deixados na fachada durante obras de manutenção.

Segundo a Comissão Independente contra Corrupção, seis suspeitos foram capturados nesta sexta-feira, somando-se a dois diretores da consultoria Will Power Architects, detidos no dia anterior sob acusação de homicídio culposo.

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Enquanto equipes ainda trabalhavam para resfriar as torres que permaneciam fumegando, familiares percorriam um doloroso processo de identificação, analisando fotografias registradas por equipes de resgate. Até agora, apenas 39 das 128 vítimas fatais foram identificadas, e pelo menos 79 pessoas ficaram feridas — entre elas, 12 bombeiros que atuaram no combate às chamas.

O incêndio, considerado o mais mortal em Hong Kong desde 1948, deixou ainda mais de 200 moradores desaparecidos. Segundo o secretário de Segurança, Chris Tang, a expectativa é de que novos corpos sejam encontrados quando a polícia finalmente puder entrar no edifício para uma perícia completa.

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Ele explicou que a prioridade, neste momento, é garantir que a temperatura interna do prédio diminua para permitir a coleta de evidências e a continuidade das investigações.

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A tragédia reacendeu críticas sobre a segurança do complexo, que já acumulava um ano de reclamações dos moradores sobre riscos relacionados às obras em andamento — reivindicações que haviam sido minimizadas pelas autoridades.

No auge do combate, mais de 700 profissionais foram mobilizados, enfrentando ventos fortes que teriam favorecido a propagação das chamas entre os oito edifícios do conjunto, onde viviam mais de 4,6 mil pessoas.

O presidente chinês Xi Jinping enviou condolências às famílias e determinou que todos os esforços sejam feitos para minimizar as perdas, em um episódio que já está sendo comparado ao incêndio da Grenfell Tower, em Londres.

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