Delegado Aderlan Camargo assume DPCAMI de Timbó e apresenta planos para atendimento às vítimas de violência
A proposta é fortalecer parcerias e agilizar o combate à violência.

O fortalecimento da rede de proteção e a melhoria do acolhimento às vítimas estão entre as prioridades do delegado Aderlan Angelo Camargo, que assumiu a titularidade da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e à Pessoa Idosa (DPCAMI) de Timbó.
Uma das propostas é aproximar a Polícia Civil de instituições que atuam na defesa desses públicos, como o Conselho Tutelar, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Procuradoria da Mulher da Câmara de Vereadores e entidades da sociedade civil.
A intenção é ampliar a cooperação entre os órgãos e agilizar as ações de prevenção e enfrentamento à violência.
A unidade terá atribuição para investigar crimes de violência doméstica e familiar contra mulheres, feminicídios, crimes contra a dignidade sexual e ocorrências envolvendo crianças, adolescentes e pessoas idosas. A estrutura também será responsável pela apuração de atos infracionais.
A regulamentação ocorreu por meio da Resolução nº 27/GAB/DGPC/PCSC, publicada em 4 de setembro de 2026.
Para colocar o atendimento humanizado em prática, a equipe deverá contar com uma psicóloga, uma policial mulher e um escrivão. O objetivo é unir o trabalho policial ao suporte psicológico, garantindo que as pessoas atendidas tenham um espaço de escuta e acolhimento.
O delegado também ressaltou a importância de evitar a revitimização, especialmente nos casos de violência contra mulheres.
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Local da delegacia ainda será definido
A localização da DPCAMI ainda não foi definida. Uma das possibilidades é utilizar as instalações da atual Delegacia de Polícia da Comarca (DPCO), desde que sejam realizadas as adaptações necessárias.
Outra alternativa é instalar a unidade em um novo endereço. A escolha deverá levar em consideração a privacidade e as condições adequadas para receber as vítimas.
À frente da delegacia, Camargo afirma que pretende conduzir o trabalho com responsabilidade, empatia e respeito. A proposta é fazer da DPCAMI um espaço de confiança para mulheres, crianças, adolescentes e idosos que precisam de proteção e desejam romper o ciclo da violência.







