Empresário investigado por coação de testemunhas no caso do cão Orelha morre em SC
Segundo informado, ele sofreu um infarto.

Em meio às investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, um dos nomes citados no inquérito morreu na madrugada da última segunda-feira em Santa Catarina. O empresário Tony Marcos de Souza, de 52 anos, sofreu um infarto. Ele era investigado por suspeita de tentar influenciar testemunhas ligadas ao caso.
Segundo o Correio do Povo, parente do adolescente apontado como autor das agressões contra o animal, Souza já havia sido alvo de medidas judiciais logo após o episódio, incluindo um mandado de busca e apreensão. O jovem, segundo a Polícia Civil, teve a internação solicitada pelas autoridades responsáveis pela apuração.
De acordo com o advogado Rodrigo Duarte da Silva, que representava o empresário, ele enfrentava forte desgaste emocional desde que passou a ser investigado, o que teria impactado diretamente sua saúde e causado perda significativa de peso ao longo do período.
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Ainda segundo o portal citado, as investigações também reuniram relatos sobre um possível episódio de intimidação ocorrido dias depois da morte do cachorro. Testemunhas afirmaram que um porteiro de condomínio, responsável por registrar imagens dos adolescentes na praia, foi abordado e ameaçado por três adultos.
Na ocasião, uma autoridade policial mencionou que um dos envolvidos apresentava um volume na cintura, levantando suspeitas de que pudesse estar armado durante a abordagem.










