Prefeitura de SC quer pagar apoio a quem sair do Bolsa Família e começar a trabalhar
O apoio terá um período limitado a seis meses.
Um novo projeto da Prefeitura de Criciúma quer apoiar moradores que estão saindo do Bolsa Família e começando a trabalhar com carteira assinada. A proposta, enviada ao Legislativo municipal na sexta-feira (30), cria o Promove, uma iniciativa pensada para dar suporte nesse período de adaptação e estimular a independência financeira das famílias.
A ideia, conforme explicou o prefeito Vagner Espíndola, é enfrentar uma dificuldade comum enfrentada por beneficiários: o receio de perder o auxílio ao aceitar um emprego formal.
Ele avalia que essa situação pode acabar afastando parte das pessoas do mercado de trabalho e afirma que o programa surge justamente para reduzir esse impacto, funcionando como um caminho estruturado até que o trabalhador consiga se manter sem o benefício.
A construção do projeto envolveu diferentes áreas da administração municipal, reunindo equipes técnicas dos setores econômico, social, jurídico e de controle interno.
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Caso seja aprovado, o Promove permitirá o pagamento de um valor mensal de até R$ 300 por um período limitado a seis meses. O repasse será feito às famílias que deixarem o Bolsa Família após conquistar emprego formal, desde que continuem morando em Criciúma e trabalhando em empresas instaladas no município. Também será obrigatório participar de atividades de qualificação profissional.
A proposta estabelece um limite de até mil famílias atendidas. Para participar, é preciso estar inscrito no Cadastro Único, se enquadrar nas regras de transição do programa federal e comprovar vínculo com cursos reconhecidos pela prefeitura, além de residir na cidade.







