Onda de calor chega ao Sul do Brasil com picos de temperatura acima de 40°C
A alta persistente de temperatura é provocada por uma bolha de calor.

Uma forte onda de calor deve atingir grande parte do território brasileiro nos próximos dias, com temperaturas que podem ultrapassar os 40°C em diversas cidades de diferentes estados.
Segundo análises da MetSul Meteorologia, o fenômeno terá como epicentro o Centro-Oeste, mas também afetará regiões do Sudeste, Nordeste e Norte, além de pontos isolados do Sul.
A alta persistente de temperatura é provocada por uma bolha de calor, conhecida como “cúpula de calor”, que mantém o ar extremamente quente e seco sobre a região central do país.
Os estados mais impactados incluem Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Pará, Maranhão e Piauí.
A onda de calor deve se estender até o início da próxima semana, antes da chegada de uma frente fria prevista entre 7 e 9 de outubro, que trará chuvas e queda de temperatura ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
No Sudeste, as máximas mais elevadas estarão no Triângulo Mineiro e nas regiões Central e Norte de São Paulo, enquanto em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro o calor será intenso, mas sem prolongar-se em vários dias consecutivos.
No Centro-Oeste, a situação será ainda mais severa, especialmente no Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, com registros frequentes acima de 40°C. Já no Norte e Nordeste, Tocantins, Maranhão e Piauí enfrentarão temperaturas extremas, enquanto áreas do Amazonas, Rondônia e Pará terão calor elevado em pontos isolados.
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O Sul do país, por sua vez, não deverá experimentar uma sequência de dias muito quentes, exceto o Norte do Paraná, que sentirá o calor intenso por alguns dias antes da chegada da frente fria.
Especialistas destacam que a ocorrência de ondas de calor nesta época do ano não é incomum, pois setembro e outubro ainda correspondem à estação seca em grande parte do Centro do Brasil. Estudos apontam que a mudança climática tem intensificado a frequência e a duração dessas cúpulas de calor, tornando eventos como este cada vez mais comuns e com temperaturas mais extremas.










