Homem considerado maior predador sexual do RS é preso, suspeito de abusar de 158 crianças

Na terça-feira, 29 de Abril, foi cumprido mais um mandado de prisão preventiva contra o homem considerado o maior predador sexual do Rio Grande do Sul. Desse vez por abusar de uma menor.
De acordo com a Polícia Civil de RS, o homem, de 36 anos, é investigado por estupro de vulnerável, além de crimes como direção, produção e armazenamento de pornografia infantil.
Segundo informações do Correio do Povo, já foram identificadas cerca de 158 meninas, com idades entre 8 e 13 anos, abusadas pelo criminoso, até o momento.
A Polícia Civil detalhou que em janeiro deste ano, o homem foi preso em flagrante em Taquara por armazenar centenas de materiais de pornografia infantil. Mas a prisão foi convertida em preventiva por ele não ter antecedentes.
Na busca e apreensão no mês de janeiro, foram encontradas mais de 750 pastas contendo conteúdo pornográfico infantil. O próprio abusador havia catalogado o material.
No entanto, surgiram mais provas e materias contra o homem, e sua prisão no dia 29 de Abril ocorreu por uma condenação por abusar de uma adolescente de 13 anos.
A menor, era colega do acusado em aulas de Muay Thai, em Taquara. Ele exigiu desta mesma vítima, durante anos, conteúdo pornográfico, e a vítima enviava o material sob ameaça.
Conforme Valeriano Garcia Neto, Delegado Titular da DP de Taquara, não foram emitidos 10 pedidos de preventivas contra o investigado e quatro já foram autorizados pelo Poder Judiciário.
“Nós retiramos da sociedade um predador sexual em série. Ele é uma figura muito conhecida na sociedade de Taquara e que, até o início deste ano, ainda não tinha antecedentes.
Sem dúvida isso foi um fator que o auxiliou a permanecer despercebido enquanto praticava os crimes”, aponta o titular da DP de Taquara.
A Polícia Civil solicita que famílias que tenham meninas que nos últimos 16 anos tenham enviado fotos nuas, entrem em contato com o Setor de Investigação da Delegacia de Polícia de Taquara, para que possam investigar e verificar se não foram vítimas do mesmo abusador.










