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Fiscalização descarta mais de 10 toneladas de pescados em SC e prende proprietário

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Mais de 10,6 toneladas de pescados impróprios para consumo foram retiradas de circulação durante uma fiscalização realizada nesta quinta-feira (15) em estabelecimentos de Balneário Camboriú e Penha, no Litoral Norte de Santa Catarina. A operação também resultou na prisão de um proprietário.

Durante as inspeções, as equipes identificaram produtos sem comprovação de origem e sem rastreabilidade, além de alimentos mantidos em condições inadequadas de armazenamento. Em alguns casos, os pescados estavam com o prazo de validade vencido.

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Ao todo, foram descartadas 10,62 toneladas de produtos considerados inadequados para o consumo humano. A ação teve como objetivo verificar as condições sanitárias dos estabelecimentos e evitar que alimentos irregulares chegassem à mesa dos consumidores.

Operação já havia descartado 13 toneladas de pescados

A fiscalização desta quinta-feira deu continuidade às ações iniciadas na quarta-feira (14), quando outras 13 toneladas de pescados impróprios para consumo foram descartadas.

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Somadas, as duas etapas resultaram na retirada de aproximadamente 23,62 toneladas de produtos irregulares nos municípios fiscalizados.

As operações integram o Programa de Proteção Jurídico-Sanitária dos Consumidores de Produtos de Origem Animal (POA), coordenado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A iniciativa busca fortalecer o controle sanitário e proteger a saúde da população.

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Órgãos estaduais e municipais participaram da ação

Além do MPSC, participaram da fiscalização a Vigilância Sanitária Estadual, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária e a Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI), por meio do Serviço de Inspeção Municipal (SIM).

A Polícia Militar também acompanhou a operação, mas, conforme as informações divulgadas, não foi necessário utilizar força policial durante as ações.

A fiscalização reforça a importância de verificar a procedência, a validade e as condições de conservação dos alimentos de origem animal comercializados. A falta de rastreabilidade e o armazenamento inadequado podem comprometer a segurança dos produtos e representar riscos à saúde dos consumidores.

 

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