Aluno agride colega e é suspeito de levar faca para ameaçá-lo em escola de Timbó
Segundo informado, o suspeito também levou uma arma de brinquedo para a instituição.
Um aluno do 5º ano da Escola Professor Emir Ropelato, em Timbó, teria sido ameaçado e agredido por colegas dentro da unidade escolar na terça-feira (2). Segundo uma testemunha ligada ao caso, que não será identificada, o estudante, de 10 anos, já vinha enfrentando situações de bullying na escola.
O episódio começou durante uma aula de Ensino Religioso, enquanto os estudantes conversavam sobre um trabalho que deveria ser entregue na disciplina de Artes. Durante a discussão, o menino teria sido chamado de termos ofensivos por outros alunos e acabou revidando verbalmente.
Na sequência, um bilhete teria circulado pela sala com uma ameaça direcionada ao estudante, indicando que ele seria agredido ao final da aula. Quando a atividade terminou, dois alunos teriam empurrado o menino, fazendo com que ele caísse no chão dentro da escola. Um deles teria se colocado sobre o estudante.
O menino chegou em casa chorando e contou à família o que havia acontecido. A direção da escola também entrou em contato com os responsáveis para comunicar o episódio e prestar assistência.
Estudante teria levado faca e arma de brinquedo
No dia seguinte, a família da vítima tomou conhecimento de uma nova informação relacionada ao caso. Conforme o relato da testemunha, um dos estudantes envolvidos na agressão, de 11 anos, estaria com uma faca de serrinha dentro da mochila. Ele também teria levado uma arma de brinquedo, que teria sido mostrada a colegas com a intenção de intimidá-los.
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Após os alunos serem chamados pela escola para esclarecer os fatos, o estudante teria admitido que estava com a faca e que pretendia utilizá-la para ferir o menino que já havia sido agredido.
Depois da situação, o aluno apontado como responsável pela ameaça passou a ser revistado diariamente na escola como medida preventiva.
Por envolver menores de idade, os nomes dos estudantes não serão divulgados. Um Boletim de Ocorrência foi registrado tanto pela família da vítima como pela escola, três famílias foram acionadas e o Conselho Tutelar também foi chamado para acompanhar o caso.







