Polícia Civil prende suspeito de crimes sexuais após investigação envolvendo crianças em Timbó
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) cumpriu, no início da noite da última sexta-feira (21), mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra um homem investigado por possíveis condutas de natureza sexual envolvendo crianças e adolescentes em Timbó.
As diligências foram realizadas pela Delegacia de Polícia Civil de Timbó, sob coordenação do delegado Ismael Gustavo Jacobus Marmitt, com apoio de um agente da Polícia Civil e de uma guarnição da Polícia Militar.
Segundo a investigação, há elementos indicando que o investigado teria abordado possíveis vítimas nas proximidades de estabelecimentos de ensino do município, utilizando um veículo automotor.
Celular e notebook serão periciados
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão domiciliar, os policiais localizaram e recolheram um telefone celular e um notebook.
Os equipamentos serão encaminhados à Polícia Científica, onde deverão passar por exames periciais, incluindo a extração e análise de dados. O trabalho poderá contribuir para esclarecer os fatos e reunir novos elementos para a investigação.
A apreensão dos dispositivos é considerada uma etapa importante da apuração, uma vez que eventuais dados armazenados nos equipamentos poderão auxiliar os investigadores na reconstrução das circunstâncias dos fatos investigados.
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Prisão preventiva foi autorizada pela Justiça
A prisão cautelar foi solicitada pela Polícia Civil junto à Vara de Garantias da região, juntamente com a expedição do mandado de busca e apreensão domiciliar.
De acordo com a Polícia Civil, os pedidos foram deferidos pelo Poder Judiciário após manifestação do Ministério Público.
O investigado foi preso preventivamente e encaminhado ao sistema prisional. Posteriormente, passou por audiência de custódia e permanece preso cautelarmente.
Assistido por advogado, ele foi interrogado pelo delegado responsável pela investigação, mas optou por permanecer em silêncio.
Investigação continua
A Polícia Civil informou que a investigação permanece em andamento e que novas diligências ainda poderão ser realizadas.
Devido à natureza dos fatos apurados, a identidade do investigado não foi divulgada pelas autoridades, assim como informações que possam permitir a identificação de eventuais vítimas.
A Polícia Civil também reforçou que a divulgação de determinadas informações poderia comprometer diligências que ainda estão sendo realizadas.
É importante destacar que, apesar da prisão preventiva, o investigado ainda não foi condenado.
A responsabilização criminal dependerá da conclusão das investigações, da análise das provas e da decisão das autoridades competentes, respeitando o devido processo legal e a presunção de inocência.
A Polícia Civil não divulgou, até o momento, detalhes sobre a quantidade de possíveis vítimas ou sobre o conteúdo encontrado nos equipamentos apreendidos.







