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Venezuelana em SC busca notícias de amigo desaparecido após terremotos que deixaram mais de 160 mortos no país

Cerca de 950 pessoas ficaram feridas.

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Uma venezuelana identificada pelas iniciais A.C, que vive em Florianópolis há quatro anos, passou esta quinta-feira (25) em busca de informações sobre familiares e amigos após a notícia dos dois terremotos que atingiram a Venezuela, seu país de origem. Segundo o G1, embora tenha conseguido contato com parte da família, que está em segurança, ela ainda não obteve notícias de um amigo de infância que atua na Marinha.

Os tremores provocaram destruição em diferentes regiões do país, com impacto mais intenso na capital Caracas e em áreas próximas. De acordo com o G1, autoridades internacionais divulgaram que o desastre já deixou mais de 160 mortos e cerca de 950 feridos, além de causar o desabamento de imóveis residenciais e comerciais em bairros que fazem parte das memórias da imigrante.

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De acordo com o relato, a distância não diminuiu a preocupação ao ver imagens da tragédia em locais que costumava frequentar quando vivia na Venezuela. O maior foco de angústia no momento é o amigo desaparecido, residente em Puerto Cabello, uma das regiões mais atingidas pelos tremores. As falhas no sistema de comunicação dificultam o contato e ainda não há confirmação sobre onde ele estava no momento do evento.

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A incerteza também envolve a rotina dele, já que não se sabe se estava em serviço, em período de descanso ou em deslocamento durante o desastre.

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Santa Catarina abriga atualmente a maior comunidade de venezuelanos do Brasil, com mais de 70 mil pessoas distribuídas principalmente entre cidades como Chapecó, Florianópolis e Joinville.

Em resposta à tragédia, o governo catarinense informou que colocou sua estrutura à disposição para apoiar ações de busca e assistência. O Ministério das Relações Exteriores declarou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas ou feridos.

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