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Caminhoneiro envolvido em engavetamento com 3 mortes em SC morre em novo acidente

Ele ficou preso às ferragens e chegou a ser socorrido.

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Pouco mais de um mês após se envolver em um grave acidente que matou três pessoas em Santa Catarina, o caminhoneiro Neuci Maurilio Ribeiro Junior, de 40 anos, morreu em uma nova colisão registrada na madrugada de terça-feira (31), na BR-116, em Jacupiranga, interior de São Paulo.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão conduzido por ele bateu na traseira de outro veículo de carga por volta das 2h. O motorista ficou preso às ferragens, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Já o outro condutor sofreu apenas ferimentos leves.

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O nome de Neuci já havia sido ligado a um episódio trágico ocorrido em fevereiro deste ano, na BR-101, em Itajaí, no Litoral Norte catarinense. Na ocasião, um engavetamento envolvendo vários veículos terminou com a morte de três integrantes da mesma família: um casal e a mãe de um deles. Um menino de 10 anos, filho do casal, sobreviveu após ser hospitalizado e se recuperar dos ferimentos.

Caminhoneiro envolvido em engavetamento com 3 mortes em SC morre em novo acidente
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Registros que circularam nas redes sociais e tiveram a autenticidade confirmada pela concessionária responsável pela rodovia mostram o instante em que a carreta conduzida por Neuci atinge outros veículos que estavam parados na pista. A família atingida retornava para São Paulo após dias de lazer, incluindo visita ao parque Beto Carrero e a praias da região.

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De acordo com relatos de familiares das vítimas, o carro estava parado no momento da colisão e o motorista seguia corretamente as regras de trânsito. A Polícia Civil de Santa Catarina abriu investigação para apurar as circunstâncias do caso. Na época, Neuci foi submetido ao teste do bafômetro, que não indicou ingestão de álcool, e acabou liberado após prestar esclarecimentos.

Em análise posterior, a PRF concluiu, com base na perícia do local, que o fator determinante para o engavetamento foi a ausência de reação do caminhoneiro, apontando que ele não realizou manobra ou frenagem a tempo de evitar a colisão.

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