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Outono deve ter temperaturas acima da média e chuva irregular em Santa Catarina

Também haverá maior frequência de ciclones extratropicais.

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A poucos dias da mudança de estação, a Epagri/Ciram divulgou a projeção climática para o outono em Santa Catarina e aponta um cenário de temperaturas acima do padrão histórico entre março e maio. Embora o início oficial da estação ocorra em 20 de março, os dados indicam que o calor ainda deve marcar presença, principalmente ao longo deste mês, com sequência de dias quentes e noites abafadas.

Em relação às chuvas, o comportamento deve variar conforme a região. No Oeste catarinense, os volumes podem ficar abaixo da média, enquanto no restante do estado a tendência é de índices próximos do esperado para o período.

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No litoral, há alerta para ocorrências isoladas de precipitações intensas, com acumulados significativos em curto espaço de tempo, sobretudo em março.

A média mensal prevista para este mês varia de 100 a 130 milímetros entre o Oeste e o Planalto, e de 150 a 210 milímetros na faixa litorânea. Já em abril e maio, os acumulados tendem a diminuir, oscilando entre 100 e 170 milímetros no estado.

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O boletim também indica que, com o avanço do outono, frentes frias passam a atuar com maior frequência no Sul do Brasil, tornando-se as principais responsáveis pela chuva em Santa Catarina, especialmente na segunda quinzena de março. A redução das típicas pancadas de verão abre espaço para sistemas frontais mais organizados.

Apesar do predomínio de temperaturas elevadas no início da estação, o fim de março e, principalmente, abril podem registrar madrugadas mais frias, inclusive com formação de geada nas áreas mais altas da Serra.

>> LEIA TAMBÉM: Frio fora de época e temperaturas baixas marcam o início de 2026 com geada na Serra Catarinense

A meteorologista Marilene de Lima explicou, em informe da Epagri/Ciram, que as massas de ar frio mais intensas e abrangentes devem se consolidar apenas a partir de maio, e mesmo assim de forma menos persistente ao longo do trimestre.

Outro fator que exige atenção é a maior frequência de ciclones extratropicais no entorno do Sul do país durante o outono. Esses sistemas, que costumam se formar entre o litoral do Uruguai, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, podem provocar ventos fortes, ressaca e condições adversas para a navegação. Para 2026, há sinalização de que esses fenômenos devem ocorrer com maior regularidade na região.

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