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“Vamos começar a apertar”: Prefeito de Chapecó exige disciplina e respeito às regras no abrigo municipal

Prefeito cobra respeito, disciplina e anuncia mudanças no tratamento para quem descumprir normas

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O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, protagonizou um momento de forte cobrança durante conversa com pessoas acolhidas em um espaço de atendimento no município.

Em tom firme e direto, ele exigiu respeito às regras, criticou comportamentos considerados inadequados e deixou claro que haverá mudanças no tratamento de quem descumprir as normas estabelecidas.

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Logo no início da fala, o prefeito interrompe um dos presentes e determina que ele permaneça sentado, reforçando que o local não é espaço para desordem.

Ele afirmou que os acolhidos estão sendo bem tratados, respeitados, alimentados e que recebem estrutura com café, almoço, jantar, cama e oportunidades, incluindo cursos.

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Segundo ele, muitos brasileiros não têm acesso às mesmas condições oferecidas no espaço.

Durante o discurso, o prefeito mencionou que alguns acolhidos estariam, durante a madrugada, batendo à porta de residências.

Ele alertou para o risco da situação, destacando que um morador, sem saber quem está do lado de fora, pode reagir e efetuar disparos, estando, conforme afirmou, protegido por lei dentro de sua própria casa.

O chefe do Executivo declarou que a administração municipal começará a “apertar um pouquinho” as regras. Ele afirmou que a prática de fugir por alguns dias e depois retornar ao acolhimento não será mais permitida.

“Vai acabar isso”, disse, ao reforçar que quem sair não poderá simplesmente voltar e também não permanecerá na cidade.

Em diversos momentos, o prefeito enfatizou que o atendimento oferecido é gratuito e que, em contrapartida, espera respeito, disciplina e gratidão.

Ele cobrou que os acolhidos façam a própria parte no processo de superação, destacando que todos ali estariam tendo oportunidade para recomeçar.

Também foi ressaltado que o trabalho fará parte do processo. Segundo o prefeito, os acolhidos irão trabalhar para custear as despesas relacionadas à permanência no espaço e, além disso, receberão remuneração.

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Ele citou que, naquele momento, 17 pessoas já estariam trabalhando em um frigorífico, recebendo salário mensal depositado em conta, além de assistência médica.

O prefeito afirmou que, gradualmente, outros também serão inseridos no mercado de trabalho, com carteira assinada e recebimento de salário, como forma de retomar a “vida normal”.

Ele reforçou que basta cumprir as ordens e seguir as regras internas para continuar contando com apoio.

Ao encerrar, desejou bom trabalho aos presentes e reiterou que o objetivo é colocar todos “nos eixos”, deixando claro que a permanência no local está condicionada ao cumprimento das determinações estabelecidas.

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