Pix errado, cadeia certa: homem prefere prisão a devolver R$ 5,5 milhões
Justiça ofereceu devolução do valor ou um ano de reclusão, mas acusado optou por cumprir a pena

A Justiça condenou Ojo Eghosa Kingsley, cidadão nigeriano, após ele não devolver uma quantia milionária que foi depositada em sua conta bancária por engano.
O valor, que soma 1,5 bilhão de nairas nigerianas — cerca de R$ 5,5 milhões — acabou sendo identificado pelas autoridades financeiras do país durante o monitoramento de movimentações bancárias consideradas fora do padrão.
Segundo os órgãos responsáveis, a transação irregular chamou a atenção por se tratar de uma quantia elevada, o que motivou a abertura de uma investigação para apurar a origem do dinheiro e a conduta do titular da conta.
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Com a apuração concluída, o caso foi levado à Justiça, que instaurou um processo contra Kingsley.
Durante o julgamento, o réu recebeu uma alternativa prevista na decisão judicial: restituir integralmente o valor recebido de forma indevida ou cumprir uma pena de um ano de cadeia.
Diante da escolha apresentada, Kingsley optou por não devolver o dinheiro e aceitar o cumprimento da pena de reclusão.
A decisão chamou atenção pelo alto valor envolvido e pelo desfecho incomum, reforçando o entendimento das autoridades sobre a obrigatoriedade da devolução de recursos creditados por erro, independentemente do montante ou da origem da falha bancária.









