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Temporal causado por ciclone deixa cidades alagadas e provoca interrupções em Santa Catarina

A instabilidade já havia provocado danos no Oeste na tarde de segunda-feira (8).

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A influência de um ciclone extratropical voltou a causar transtornos na manhã desta terça-feira (9) em diversas regiões de Santa Catarina. A chuva volumosa transformou ruas de Palhoça em verdadeiros cursos d’água e atingiu moradias, obrigando equipes de emergência a retirar moradores que ficaram presos dentro de casa.

São José e Biguaçu também registraram danos logo cedo, enquanto municípios do Litoral Norte, como Bombinhas e Balneário Camboriú, amanheceram com ocorrências relacionadas ao acúmulo de água e ao avanço da maré.

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Na Serra do Rio do Rastro, em Bom Jardim da Serra, blocos de rocha deslizaram sobre a pista e limitaram a passagem de veículos em um trecho da rodovia. A Defesa Civil apontou que, entre 6h e 9h, os maiores volumes de chuva se concentraram justamente na Grande Florianópolis. São José ultrapassou 80 mm, Palhoça se aproximou dos 70 mm e Florianópolis superou os 60 mm.

A instabilidade, que já havia causado destelhamentos e alagamentos no Oeste na tarde de segunda-feira (8), levou escolas e universidades, como a UFSC, a suspenderem atividades.

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Trechos da BR-101 também foram afetados. Em Biguaçu e São José, faixas ficaram bloqueadas durante parte da manhã por causa da quantidade de água sobre a pista. Na capital, pontos próximos às pontes de acesso à Ilha, além de avenidas e rodovias como a SC-401, SC-405 e SC-406, apresentaram lentidão e trechos submersos.

Em São José, áreas como Campinas e o entorno do shopping Itaguaçu enfrentaram novos episódios de alagamento, enquanto Palhoça teve diversos bairros isolados temporariamente.

Bombinhas sofreu com a entrada de água em residências, que acabou danificando móveis e eletrodomésticos. A Defesa Civil municipal relacionou o agravamento dos problemas à maré mais alta registrada no início da manhã.

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No estado inteiro, o órgão alerta para a permanência do risco elevado de enxurradas, novos pontos de alagamento e rajadas de vento que podem chegar a 70 km/h ao longo do dia.

As autoridades reforçam orientações de segurança: evitar travessias em locais alagados, não dirigir em ruas ou rodovias parcialmente tomadas pela água, não caminhar em áreas onde o mar avança sobre a pista e buscar abrigo seguro durante rajadas mais fortes, longe de janelas, estruturas metálicas, árvores e postes. Em situações de emergência, os contatos continuam sendo 193 para os Bombeiros e 199 para a Defesa Civil.

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