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Cárcere e maus-tratos: clínicas de reabilitação transferiam pacientes para despistar fiscalização em SC

A rede adotava práticas comparadas a antigos manicômios.

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Uma força-tarefa da Polícia Civil de Santa Catarina expôs o funcionamento de uma rede clandestina de clínicas de reabilitação que adotava práticas comparadas a antigos manicômios.

A investigação, batizada de Operação Barbacena e deflagrada na última terça-feira (2), identificou que pacientes eram sequestrados, mantidos em cárcere privado e submetidos a maus-tratos.

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Para evitar que denúncias chegassem às autoridades, os responsáveis transferiam as vítimas entre diferentes unidades sempre que havia risco de fiscalização. Um dos proprietários foi preso, enquanto outros dois investigados seguem foragidos.

O caso começou a ser desvendado em outubro, quando uma vistoria da Prefeitura de Imbituba, acompanhada por equipes da Polícia Civil, encontrou irregularidades em uma clínica na Praia do Rosa.

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Na ocasião, servidores descobriram que os internos chegavam ao local levados por homens vestidos de preto, que em algumas situações se passavam por policiais. Segundo as apurações, essas pessoas usavam ameaças, golpes de imobilização e até sedativos para forçar o transporte das vítimas até as unidades administradas pelo grupo investigado.

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