Destino paradisíaco de SC com 39 praias inicia temporada da taxa ambiental; veja como funciona
Em 2024, a receita obtida com a TPA ultrapassou R$ 26 milhões.

Desde o último sábado, 15, Bombinhas retomou a cobrança da Taxa de Preservação Ambiental para todos os visitantes que chegam ao município durante o período de maior movimento. A contribuição, criada há quase uma década, busca garantir recursos destinados à proteção do patrimônio natural e à manutenção dos serviços urbanos que ficam sobrecarregados com o aumento expressivo da população temporária.
Segundo divulgado pelo G1, em 2024, a receita obtida com a TPA ultrapassou R$ 26 milhões, resultado impulsionado principalmente pelos veículos nacionais, enquanto turistas estrangeiros responderam por quase R$ 10 milhões.
A cada entrada na cidade, o valor pago depende do tipo de veículo e do tempo de permanência. A taxa pode ser quitada pelo site oficial, pelo aplicativo da própria TPA — que permite pagamento via Pix — ou automaticamente pelos sistemas de tag, como Sem Parar, ConectCar e Taggy.
Também há postos presenciais nos pórticos de Bombas e Zimbros e totens de autoatendimento distribuídos em locais de grande circulação, entre eles o Komprão Koch Atacadista, o Shopping Tropical, o Supermercado Comper e o pórtico do Morro do Macaco.
Ainda segundo o G1, os novos valores estabelecidos são: R$ 4,50 para motocicletas, motonetas e bicicletas motorizadas; R$ 38,00 para carros de passeio; R$ 57,00 para utilitários; R$ 76,50 para vans e micro-ônibus; R$ 114,50 para caminhões; e R$ 191,50 para ônibus. Para orientações, irregularidades ou informações adicionais, a Secretaria de Finanças mantém canais de atendimento por telefone, WhatsApp e e-mail.
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Com 34,5 km² de extensão e mais de dois terços do território formado por áreas verdes, Bombinhas atrai milhões de visitantes todos os anos e é reconhecida nacionalmente pelo turismo ecológico e pelo mergulho.
O município afirma que a TPA tem possibilitado ações como recuperação de vegetação, isolamento de trechos sensíveis, criação de planos de manejo e monitoramento da fauna marinha.
Apesar de já ter sido alvo de disputas judiciais, o modelo segue em vigor e também é aplicado em outros destinos brasileiros de grande relevância ambiental, como Fernando de Noronha e Jericoacoara.










