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Abandonada pela família, adolescente com autismo vive há três meses em hospital

Ela também apresenta quadro de esquizofrenia.

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Uma adolescente de 16 anos, diagnosticada com grau severo de autismo, vive há três meses no Hospital Municipal do Jardim Ingá, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. A jovem permanece na unidade desde que perdeu a avó.

Segundo divulgado pelo Metrópoles, após a morte da avó, a jovem foi levada para a casa da mãe, em Luziânia, mas o acolhimento durou pouco. Rejeitada novamente, acabou encaminhada ao Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do município. Por falta de estrutura adequada, o Caps a transferiu para o hospital, onde permanece internada.

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A adolescente, de cabelos escuros e cerca de 1,70m, é vista diariamente circulando pelos corredores do hospital, sempre com roupas destinadas aos pacientes.

O hospital, inaugurado em 2008 e localizado na Avenida Israel Pinheiro, possui estrutura simples, mas ainda conservada. É responsável por atender cerca de 88 mil moradores do Jardim Ingá.

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Ainda de acordo com o portal citado, os servidores montaram um espaço improvisado para a jovem em um dos leitos de enfermaria. Com o tempo, ela se tornou querida pelos funcionários, que a descrevem como carinhosa e comunicativa, apesar das limitações.

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A rotina da unidade mudou desde sua chegada. Os profissionais contam que ela gosta de ouvir música e de mexer no celular, e que vive pedindo comida. Um servidor relatou ao Metrópoles que a adolescente raramente sai do hospital e passa os dias entre o quarto e os corredores. Sua presença, dizem, trouxe leveza ao ambiente.

De acordo com o portal citado, o diretor do hospital, Fernando Neves, relatou que a jovem também apresenta quadro de esquizofrenia e está em acompanhamento psiquiátrico. Ele afirmou que, apesar do tempo de internação, ela ainda não tem condições clínicas de receber alta. O gestor destacou que o município tem oferecido suporte integral enquanto o tratamento prossegue.

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