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Em Timbó, 520 quilos de carne podre e alimentos vencidos são apreendidos em mercado

Operação também recolheu produtos vencidos em mercados de Benedito Novo e Rio dos Cedros.

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Uma operação conjunta realizada em 28 de agosto resultou na apreensão de grande quantidade de produtos deteriorados em Timbó, Benedito Novo e Rio dos Cedros. Somente em Timbó, foram encontrados 520 quilos de carne e outros itens estragados, armazenados de forma irregular e com sinais visíveis de putrefação.

Segundo a Vigilância Sanitária e a Polícia Civil, parte dos alimentos estava sem rótulo, com validade vencida e embalagens violadas, representando risco direto à saúde da população.

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A ação contou com a participação da Vigilância Sanitária Municipal, do Serviço de Inspeção Municipal de Agricultura, da CIDASC, da Polícia Civil e da Polícia Militar, sob coordenação do Ministério Público.

No total, as equipes recolheram 125 quilos em dois mercados de Rio dos Cedros e outros 260 quilos em estabelecimentos de Benedito Novo. O material foi descartado, e os mercados seguem funcionando, mas responderão a processo administrativo sanitário.

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Entre os alimentos apreendidos, estavam carnes em estado de decomposição, peito de peru vencido e outros produtos sem procedência comprovada. Muitos apresentavam odor forte, alteração de cor e presença de líquidos viscosos, sinais evidentes de contaminação.

Em Timbó, 520 quilos de carne podre e alimentos vencidos são apreendidos em mercado

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A operação integra o Programa de Proteção Jurídico-Sanitária dos Consumidores de Produtos de Origem Animal (POA), que fiscaliza estabelecimentos e combate práticas que desrespeitam a legislação sanitária.

O Ministério Público reforçou que o consumidor tem direito, garantido por lei estadual, de exigir a troca imediata caso encontre mercadorias vencidas à venda. Já a Vigilância orienta que a população redobre a atenção à validade, rotulagem e integridade das embalagens.

 

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6 Comentários

  1. Não posso acreditar que as reportagens não mostram o nome do supermercado e empresas que praticam crimes.

  2. É um absurdo vender produtos estragados. O mínimo, é que os estabelecimentos fossem fechados por um tempo, até ter tudo em ordem. Com saúde não se brinca

  3. Precisa publicar o nome dos estabelecimentos, os consumidores precisam saber, precisa prender os responsáveis, mas pra variar os veículos de publicação e autoridades são coniventes, pois nao identificam os estabelecimentos para a população. VERGONHA

  4. Publicar o nome do estabelecimento é de utilidade pública! Deveriam interditar o mercado (os mercados). Depois, quando alguém precisa ir para o hospital com intoxicação alimentar, o mercado vai pagar a conta? E piora se for alguém doente, que consome isso… Que absurdo e revoltante, gente! A justiça precisa ser mais rígida!

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