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Entre os maiores exportadores do Brasil para os EUA, SC pode ser um dos mais afetados pela nova tarifa de 50%

O principal produto enviado foi o de obras de carpintaria para construção civil.

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Santa Catarina está entre os estados que podem ser mais afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros. A medida, anunciada esta semana pelo presidente norte-americano Donald Trump, preocupa especialmente porque o estado figura entre os seis maiores exportadores nacionais para o mercado americano.

Em 2024, SC vendeu US$ 1,7 bilhão aos EUA, o que representa 4,3% de tudo o que o Brasil exportou ao país. Atualmente, os Estados Unidos é o principal destino das exportações catarinenses, à frente até mesmo da China e da Argentina.

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Dados do Observatório da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) mostram que, apenas no primeiro semestre deste ano, o estado já acumulou mais de US$ 847 milhões em vendas para os norte-americanos.

O principal produto enviado foi o de obras de carpintaria para construção civil, como painéis de madeira, que somaram US$ 118 milhões, ou 14% das exportações catarinenses para os EUA.

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O temor é que o novo imposto comprometa justamente esse tipo de produto, ao tornar sua entrada no mercado norte-americano mais cara e menos competitiva em relação a fornecedores de outros países.

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A notícia provocou reação imediata de entidades econômicas. A Fiesc afirmou que a tarifa poderá ter efeitos severos sobre os embarques catarinenses e pediu atuação firme da diplomacia brasileira.

Segundo divulgado pela NSC, o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, defende que a decisão americana carece de justificativa tanto comercial quanto política, já que os EUA têm mantido superávit nas trocas com o Brasil.

Já a Fecomércio-SC alertou para o risco de retração econômica, perda de empregos e impactos sociais em cadeia. Ambas reforçam a necessidade de diálogo internacional para proteger os interesses catarinenses diante do cenário incerto que se desenha.

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