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Professor de escola pública é afastado suspeito de obrigar alunas a fazer sexo oral em sala 

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deu início a um inquérito para apurar um alegado caso de abuso sexual de menores envolvendo um professor em uma escola pública localizada em Santa Maria.

Duas alunas, com idades de 10 e 11 anos, relataram que um professor teria cometido atos de abuso sexual contra elas, como obriga-las a praticar sexo oral nele, sempre em uma sala de aula deserta.

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A situação veio à tona quando a mãe de uma das alunas encontrou mensagens no WhatsApp que levantavam suspeitas sobre o comportamento do educador. Nos diálogos, as meninas mencionavam que haviam sido vítimas do professor, o que levou a mãe a comunicar a coordenação da escola.

A direção da instituição, junto com a regional de ensino, o Conselho Tutelar e a Polícia Militar, foi acionada para lidar com a situação.

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Durante as conversas com a direção da escola, as alunas descreveram momentos aterradores. Relataram que o homem as chamava para a sala vazia antes do início das aulas ou durante os intervalos.

Segundo as meninas, o docente realizava toques inapropriados e as forçava a realizar atos sexuais, mantendo a porta fechada para evitar que alguém notasse.

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Uma das alunas, em seu depoimento, afirmou que os abusos não foram isolados. As meninas expressaram temor em recusar as investidas do professor, descrevendo-o como muito persistente. Uma delas decidiu contar a situação à avó.

Outra testemunha mencionou que o professor frequentemente tocava suas partes íntimas por baixo do uniforme. Após os relatos, as alunas, seus responsáveis e funcionários da escola foram levados para prestar depoimento.

A Secretaria de Educação do DF confirmou que o professor foi afastado preventivamente enquanto as investigações estão em andamento. Além disso, foi aberto um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar os fatos internamente.

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