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Arteris apresenta estudo de ampliação da BR-101 em reunião na FIESC em Santa Catarina

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BR-101 – A Arteris, concessionária responsável pela BR-101, apresentou um estudo atualizado para a ampliação da capacidade da rodovia em trechos críticos.

A proposta, que visa destravar o trecho entre Penha, Navegantes e Itajaí, foi apresentada durante uma reunião na Federação das Indústrias (FIESC). O estudo já foi apresentado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na semana passada e será oficialmente protocolado nesta semana.

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De acordo com Marcos Dutra, gerente técnico da Arteris regional sul, é necessário obter a liberação da agência para o projeto. Atualmente, estão ocorrendo reuniões frequentes com a ANTT para avançar nesse processo. A elaboração do projeto executivo, que leva aproximadamente 180 dias, ainda precisa ser realizada. Em seguida, o projeto deverá ser protocolado na ANTT, que tem um prazo de análise de 90 a 120 dias, além da obtenção das licenças ambientais necessárias. Se tudo ocorrer dentro dos prazos, as obras poderão iniciar entre fevereiro e março de 2024.

O estudo, conduzido pelo engenheiro Newton Gava, propõe a implantação de terceiras-faixas em segmentos mais críticos da BR-101, visando resultados rápidos e com menor impacto. A necessidade de ampliação da capacidade da rodovia já é discutida há algum tempo, e o estudo de tráfego anterior foi realizado em 2015-2016.

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A FIESC expressou preocupação em relação à proposta de implantação de uma ponte na marginal norte do rio Itajaí-Açu. O presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, defendeu que seja mantido o que foi previsto na proposta original de 2017, pois o alargamento da ponte pode afetar negativamente as empresas instaladas nas margens do rio.

O senador Esperidião Amin destacou a gravidade dos problemas enfrentados na BR-101 e ressaltou a importância das intervenções. Ele também ressaltou a necessidade de levar em conta o tempo de contrato de concessão, que vai até 2033, já que qualquer intervenção acarretará em um custo adicional tarifário. Por fim, o senador enfatizou que quanto maior o tempo de contrato, menor será o impacto e vice-versa.

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