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Talibã proíbe mulheres de trabalharem na ONU e gera revolta

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O governo do Afeganistão, composto pela célula terrorista do Talibã, proibiu recentemente às mulheres afegãs de trabalharem para a ONU. A organização mundial afirma que um total de 400 mulheres do país trabalham internacionalmente.

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A resposta veio rápida. António Guterres, secretário-geral da ONU, pediu pela revogação imediata da decisão. O porta-voz da organização, Stéphane Dujarric, também criticou:

“Essas mulheres são essenciais para as operações humanitárias da ONU, por isso, a aplicação dessa decisão vai afetar a população afegã” – afirmou Dujarric.

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“O regime do Talibã não tem limites em sua ignorância e em seu extremismo. A decisão de impedir que mulheres afegãs trabalhem para a ONU no país é chocante e inaceitável” – rebateu o educador paquistanês Ziuaddin Yousafzai.

O governo terrorista do Afeganistão já havia proibido as mulheres de cursarem escolas e universidades nacionais. Todas as atitudes provocam enormes críticas internacionais, não apenas da ONU. Ainda segundo Yousafzai, “o Talibã não é um regime, mas um projeto de desfigurar o Afeganistão e difamar o islã”.

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