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“O esgoto voltou pelo banheiro”, desabafa moradora de Indaial após fortes chuvas

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As chuvas das últimas semanas causaram prejuízos materiais e humanos em diversas cidades do Médio Vale do Itajaí. Casas e indústrias destruídas, óbitos, além do recomeço para diversas famílias. 

Se as águas baixaram, e a terra está mais seca, as intempéries mostraram que a falta de infraestrutura e manutenção em algumas cidades, se feitas de forma correta, poupariam os moradores de perderem objetos. Foi o caso de Daniela, que tem uma casa na rua Rio do Sul, bairro Rio Morto, em Indaial.

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rua de Daniela sofreu com as chuvas da última segunda-feira (23). Então, em entrevista ao repórter Osmar Fohlmeister, do Portal Misturebas, a moradora acredita que as dificuldades seriam menores, se o sistema pluvial e de esgoto, estivessem com a manutenção em dia.

Assim, os poucos móveis que ela conseguiu salvar, estão secando na frente da casa. Visto que, o que poderia ser visto como um alívio, Daniela vê como descaso do poder público. 

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“A água veio pela rua Jaraguá do Sul, quebrando o muro e invadindo a casa do meu irmão”, conta Daniele. Porém,  A moradora já havia realizado reformas para conter a água nessas situações, mas com a força, todo o muro da sua casa foi levado. 

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Contudo, muita coisa foi danificada ou perdida. Além disso, para piorar, o esgoto voltou pelos banheiros da casa, deixando o trabalho de limpeza mais difícil, além dos riscos à saúde como a possibilidade de contrair doenças como a leptospirose e viroses. 

Além disso, o que causa a revolta da moradora são os impostos cobrados pela Prefeitura de Indaial, que não são revertidos em melhorias nas ruas do bairro. “Pagamos duas [taxas] de coleta de lixo e esgoto. Fezes vieram pelos canos”, explica. 

“Nos resta limpar”, afirma a moradora de Indaial

Emocionada, Daniele afirma que até os alimentos foram perdidos, e os poucos móveis que se salvaram, precisaram ser além de limpos, desinfetados. “O valor de um imóvel por aqui é de aproximadamente R$ 300 mil. Falta uma atenção da Prefeitura”, questiona. 

Por fim, assim como Daniele, muitos moradores precisarão de forças para recomeçar. “Nos resta limpar”, finalizou.

Confira a entrevista na íntegra:

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