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Após incêndio fatal, chineses protestam contra o presidente Xi-Jinping e as restrições pela Covid-19

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Na sexta (25), um incêndio massivo em um prédio de apartamentos na região de Urumqi, oeste da China, fez 10 vítimas fatais que não conseguiram escapar.

Durante o fim de semana, uma onda inédita de protestos teve início nas ruas de Xangai. Manifestantes acusam as fortes restrições sociais contra a Covid-19 como a principal causa das mortes no incêndio. Eles também miram em Xi-Jinping, pedindo sua renúncia do cargo de presidente da China.

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Os protestos da população chinesa marcam o primeiro passo contra o rígido governo do país. O país já registra três anos consecutivos de restrições sociais pesadas para frear o avanço da Covid-19. Os protestos se espalham rapidamente e agrupam desde universitários até operários.

Segundo informações, o ato de pedir pela renúncia do presidente Xi-Jinping é considerado um ato inédito e imprevisível. Por conta da dureza contra a população em seu governo, Jinping jamais se viu contra a parede pelo seu próprio povo.

Após incêndio fatal, chineses protestam contra o presidente Xi-Jinping e as restrições pela Covid-19
O presidente chinês, Xi-Jinping / Foto: Divulgação

Os manifestantes realizam passeatas por todo o país, carregando bandeiras da China e cantando um trecho do hino nacional, no qual a letra diz para o povo “se levantar”.

Apesar do governo e mídia chinesa buscarem esconder os protestos do resto do mundo, as autoridades de Urumqi emitiram uma nota de desculpas ainda na sexta (25). Segundo eles, medidas serão tomadas para reduzirem as restrições sociais contra a Covid-19 e acalmarem os protestos antes que se tornem violentos.

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Foto: Divulgação

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