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Mulher grávida morre queimada após marido confundir água com álcool

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Uma mulher grávida morreu no último sábado, 20. Ela estava internada desde o dia 12 de agosto após ficar gravemente ferida com queimaduras causadas por um incêndio.

Na noite do incêndio, Tassia Caroline Pacheco Leão, de 36 anos, pediu ao marido, Warley Leão, que a ajudasse a cozinhar colocando água numa panela. Ele pegou uma garrafa pet, sem rótulo, e jogou o líquido no recipiente, que já estava no fogo.

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Segundo consta da investigação, a garrafa continha álcool, e não água, como o homem imaginou. Como consequência houve uma explosão seguida de um incêndio no apartamento onde moravam. Tassia permaneceu sete dias internada em estado grave, com 90% do corpo queimado, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi. O bebê que ela esperava —com 26 semanas de gestação—, morreu na manhã seguinte ao incêndio

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Mesmo sendo atingido pelas chamas e ter  60% do corpo queimado o marido de Tassia escapou da morte. Warley foi transferido na madrugada de sábado (13) ao Hospital Irmãos Penteado de Campinas, no interior de São Paulo, unidade referência em tratamento de queimaduras, onde permanece internado, no entanto, está fora de perigo. A filha do casal, de 6 anos, foi socorrida e levada ao Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi com queimaduras no lábio. Ela se recuperou bem e não precisou ser hospitalizada.

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