Notícias de Economia

Composição do preço da gasolina: entenda a alta dos combustíveis

Clique e saiba mais!
Garanta já o seu!

Você sabe como é a composição do preço da gasolina? O aumento dos preços é um dos assuntos mais discutidos do momento. Afinal, isso pesa cada vez mais no bolso dos consumidores, tanto para quem tem veículo próprio ou recorre ao aluguel de carros.

O preço do dólar e o aumento da cotação internacional do petróleo tem surpreendido a população. O valor da gasolina é liberado na bomba – ou na revenda. Contudo, grande parte do que o consumidor desembolsa reflete o preço cobrado pela Petrobras na refinaria.

Saiba mais!

Na prática, há um efeito cascata. As modificações nos preços da Petrobras, que seguem cotação internacional e câmbio, interferem nos demais componentes do preço até chegar ao consumidor final.

Dessa forma, preparamos este texto para que você saiba como funciona essa composição no preço dos combustíveis. Boa leitura!

Faça seu orçamento - Clique aqui

O que influencia o preço dos combustíveis?

Como a Petrobras é uma companhia dominante no mercado, sua influência no preço é muito relevante. Mas também há a venda de empresas privadas. O diesel, por exemplo, é o combustível que mais sofre influência, por conta do peso do petróleo na composição.

Além dos impostos, (Cofins, ICMS, Cide, PIS/Pasep), a diferença entre os valores nas refinarias para o preço cobrado do consumidor passa por muita intervenção relacionada aos lucros do produtor ou importador.

A cadeia de comercialização acontece da seguinte maneira: há produção interna e influência do mercado interno. Depois disso, as refinarias enviam o combustível para as distribuidoras, as quais repassam para os postos de venda. 

Somente depois disso, o consumidor final tem acesso ao combustível. Entretanto, ele já passou por vários processos e, consequentemente, acréscimos em seu valor. 

Como é a composição do preço da gasolina?

O preço da gasolina é constituído em um terço pelo custo cobrado pelas refinarias, ou importada quando o valor pela produção é menor. Além disso, ele pode se modificar um pouco, mas sempre gira em torno de 30% do preço final repassado pelos postos.

A gasolina abastecida é a tipo C que é uma mistura de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro por litro, conforme legislação brasileira.

>>LEIA TAMBÉM: NETFLIX: Compartilhamento de senhas poderá ser cobrado

O Etanol Anidro é obtido das usinas produtoras com um valor em torno de 11,4% do preço da gasolina C.

Em relação ao imposto da gasolina, ele é retido na fonte. Os impostos federais equivalem a 16,3% do preço da gasolina C. São eles:

  • Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE);
  • Contribuições para o PIS/PASEP e Cofins.

Além dos impostos federais, há a incidência do ICMS, um imposto estadual que se baseia na circulação de mercadorias e serviços.

Cada estado do país apresenta o seu próprio ICMS e essa variante é uma das razões da diferença de preços da gasolina entre os estados. Consoante a isso, o ICMS corresponde, dessa forma, a 28,1% no preço da gasolina C em média.

As distribuidoras as quais são responsáveis pela mistura da composição da gasolina A e do etanol anidro afetam no valor do preço do combustível em 4,7%, além da entrega aos postos.

Esse custo equivale à margem bruta do distribuidor juntamente ao custo operacional do transporte. Enquanto isso, a margem bruta do revendedor é de 9,9%.

A composição do preço da gasolina tipo C é, dessa maneira, notadamente constituído desse modo:

  • 28 a 32% (em média) vem da realização da Petrobrás;
  • 12% vêm do valor de custo do etanol anidro (27% da gasolina e etanol);
  • 45% vêm dos impostos (ICMS, Cofins, CIDE, Pis/Pasep);
  • 11% vêm dos custos e lucros de distribuição e revenda.

Posto isso, forma-se assim o preço do combustível gasolina, que é usado por mais de 50% dos veículos no Brasil.

O mercado internacional impacta no aumento do preço dos combustíveis?

Como já mencionado, o preço do barril é cotado conforme o mercado internacional. O Preço de Paridade Internacional (PPI) é quem aponta as várias oscilações de valor do combustível.

E claro, a lei de oferta e procura provoca influência diretamente no preço. No entanto, quando há modificações de valor no mercado internacional, é preciso fazer o reajuste no país. Nos últimos 12 meses o preço do barril de petróleo no mercado internacional disparou e com a desvalorização do real comparada à moeda americana, o preço pago por nós fica ainda pior. Mesmo com a recente queda do dólar, o preço se mantém em alta até que haja uma estabilização no mercado internacional, devido a guerra instalada entre Rússia e Ucrânia. O barril ficou mais caro como resultado das medidas como as sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra o petróleo e o gás exportados pela Rússia. Essas sanções fazem com que haja uma redução do volume desses produtos no mercado internacional, o que gera o aumento dos preços. A Rússia é o segundo maior produtor e exportador de petróleo do mundo. Se o barril de petróleo reduzir de preço, a gasolina cai no Brasil? Quando o valor da commodity no mercado internacional sobe, existe um aumento na gasolina no posto mais perto de nossas casas. Isso pelo fato de que a Petrobras tem uma política de cotação dos combustíveis ligada ao que é praticado no exterior, em dólar. Conforme esse entendimento, quando há queda no mercado internacional, o preço é reajustado para baixo em solo brasileiro também? A resposta é não. Caso houver uma forte queda do barril de petróleo, como aconteceu recentemente. Não deve haver recuo de preços no país, visto que há ainda certa diferença entre os preços domésticos e externos. Conclusão Como você pode ver, a composição do preço da gasolina pode variar devido a várias questões internas e externas. O preço do dólar e do barril de petróleo (internacional) também são pontos que vão influenciar diretamente em altas e baixas semanais e mensais no preço dos combustíveis nos postos.
Foto: Divulgação / Misturebas

E claro, a lei de oferta e procura provoca influência diretamente no preço. No entanto, quando há modificações de valor no mercado internacional, é preciso fazer o reajuste no país.

Nos últimos 12 meses o preço do barril de petróleo no mercado internacional disparou e com a desvalorização do real comparada à moeda americana, o preço pago por nós fica ainda pior.

Mesmo com a recente queda do dólar, o preço se mantém em alta até que haja uma estabilização no mercado internacional, devido a guerra instalada entre Rússia e Ucrânia.

O barril ficou mais caro como resultado das medidas como as sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra o petróleo e o gás exportados pela Rússia.

Essas sanções fazem com que haja uma redução do volume desses produtos no mercado internacional, o que gera o aumento dos preços. A Rússia é o segundo maior produtor e exportador de petróleo do mundo.

Se o barril de petróleo reduzir de preço, a gasolina cai no Brasil?

Quando o valor da commodity no mercado internacional sobe, existe um aumento na gasolina no posto mais perto de nossas casas. Isso pelo fato de que a Petrobras tem uma política de cotação dos combustíveis ligada ao que é praticado no exterior, em dólar.

Conforme esse entendimento, quando há queda no mercado internacional, o preço é reajustado para baixo em solo brasileiro também?

A resposta é não. Caso houver uma forte queda do barril de petróleo, como aconteceu recentemente. Não deve haver recuo de preços no país, visto que há ainda certa diferença entre os preços domésticos e externos.

Conclusão

Como você pode ver, a composição do preço da gasolina pode variar devido a várias questões internas e externas.

O preço do dólar e do barril de petróleo (internacional) também são pontos que vão influenciar diretamente em altas e baixas semanais e mensais no preço dos combustíveis nos postos.

 

CLIQUE PARA ENTRAR

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo