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Residências tinham gasto de energia maior antes do home office

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Os números analisados entre os anos de 2013 e 2014 mostram que o consumo não mudou para mais em relação à pandemia. O que acaba sendo contraditório se levarmos em consideração que trabalhadores estão fora dentro de casas. 

De acordo com os números divulgados em pesquisa realizada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o custo da conta de luz residencial aumentou 21,08% nos últimos doze meses. 

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O levantamento de dados do EPE (Empresa de Pesquisas Energéticas), órgão ligado ao Ministério das Minas e Energia, mostra que ficou em 166,5 kwh o gasto residencial médio entre março de 2020 e julho de 2021, todos relacionados ao contexto da pandemia. Na comparação com os mesmos 17 meses de 2013 e 2014, com 167,3 kwh de consumo, houve queda de 800 watts em cada lar brasileiro.

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O que muitos não conseguem compreender se se questionam é porque dá conta de luz ter ficado mais cara. 

O especialista esclareceu algumas justificativas para tal feito. Segundo Alessandro Azzoni, No cálculo do custo do consumo residencial entram preços diferentes para cada horário. Você pode ter um aumento na conta de luz, por exemplo, por ligar aparelhos no fim da tarde, em que a energia é mais cara.

As distribuidoras de energia realizam seus cálculos de cobrança por kwh em horários de alto consumo, entre 17h ou 18h e 21h, dependendo da região. Logo, no início da noite parte da população brasileira ainda está trabalhando, o que esclarece o porquê dos custos financeiros aumentarem.

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