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Hospital Oase se nega a fazer curativo em paciente

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Um homem de 37 anos, teve um pedido de curativo negado no Pronto Socorro do Hospital Oase de Timbó. O fato ocorreu por volta das 12h30.

Conforme relatos, o homem segue tratamento de um furúnculo em seu joelho. O tratamento já se estende por 14 dias. No sábado, 17 de Julho, o posto de saúde orientou continuar o curativo no final de semana no hospital, já que o posto atende só até sexta.

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No sábado (17), por volta das 12h40, havia um jovem atendendo na tenda no lado de fora do hospital, que fez o pré-atendimento e o encaminhou para ser atendido. Alguns minutos após, foi atendido, mas a enfermeira deixou claro que só atendem das 7 as 9 os curativos, mas atendeu, pois já tinha gerado o pré-atendimento lá fora e em tese não poderia mandar embora.

O homem realizou a troca de curativos em casa. A ferida chegou a estar pior, mas ainda mantém um enorme “buraco”.

Já no domingo, chegando no hospital as 8h30 (dentro do horário estipulado) havia mais uma mãe com seu filho para também ser atendido, que havia chegado um pouco antes. O homem questionou a atendente por que a demora, a qual informou que havia uma emergência, por isso ainda não haviam sido atendido. Já era quase 10 horas quando ambos foram chamados.

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“Será que parou todo o hospital para essa emergência e não tinha mais ninguém disponível, relatou o homem.”

Passando uma semana, o homem deslocou-se novamente ao hospital no sábado (24), por volta das 12h30 e, não havia ninguém na tenda no lado de fora, então seguiu até o balcão de entrada do hospital. Por lá, a atendente informou que não poderia atender, pois o horário de curativo era apenas das 7 as 9, ou seja, se negou a atende-lo.

“Em casos que é necessário trocar curativo de 12 em 12 horas, como faz? E a mudança no horário de ônibus devido a pandemia, pra quem depende deles, vão conseguir chegar dentro desse horário? Será que a comunidade sabe desse horário? São relatos do homem indignado.”

O homem, que fica com seu filho pela manhã de sábado, que inclusive pegou uma virose na creche (virose do pé mão e boca, bastante contagiosa), só pode ir ao hospital após o meio dia, pois sua mulher trabalha até aquele horário e o filho não poderia ficar com ninguém. Será que o hospital não poderia ter bom censo nessa hora?

O Portal Misturebas entrou em contato com a assessoria de comunicação do hospital, que informou que iria apurar os fatos com a administração.

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