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Governador assina decreto que torna de utilidade pública a obra do terminal de regaseificação da Baía da Babitonga

Governador assina decreto que torna de utilidade pública a obra do terminal de regaseificação da Baía da Babitonga
Foto: Julio Cavalheiro / Seom

Empreendimento ampliará a oferta de gás natural em SC e receberá cerca de R$ 300 milhões de investimento

O governador Carlos Moisés assinou na manhã desta sexta-feira, 18, um decreto que torna de utilidade pública a obra do terminal de regaseificação da Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul. Trata-se de um empreendimento que ampliará a oferta de gás natural em Santa Catarina, um dos maiores consumidores do insumo no Brasil. A assinatura ocorreu na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), ao lado do presidente da instituição, Mario Cezar Aguiar, e do presidente para a América Latina da empresa Golar Power, Celso Silva. A Golar Power investirá cerca de R$ 300 milhões no terminal.

“Santa Catarina está no caminho certo. Essa é a semente de um processo que vai resultar na melhoria das condições de produção no nosso Estado. O Governo participa disso, pois, com esse investimento, Santa Catarina passará a consumir gás aportado no nosso estado, e não mais o insumo vindo de outros estados. O resultado vai ser um aumento da arrecadação. É importante destacar também que esse investimento aumentará a competitividade das nossas empresas e trará mais segurança nesse tipo de operação, com a criação de rotas alternativas”, destacou o governador.

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O presidente da Fiesc afirma que a assinatura do decreto é um passo fundamental para a economia de Santa Catarina. “O gás é um insumo extremamente importante para a indústria catarinense. Essa molécula é fundamental para o desenvolvimento de Santa Catarina. O ato de hoje ajudará para que nós consigamos ajudar as nossas empresas. Hoje o gás vem da Bolívia e ele passará a entrar diretamente no nosso estado. Ficamos muito gratos ao governador pelo entendimento dessa necessidade. Hoje damos mais um passo para a viabilização da instalação da Golar Power em nosso estado”.

Foto: Julio Cavalheiro / Seom

Após a assinatura do decreto, mais algumas etapas burocráticas ainda precisam ser superadas para o início das obras. A próxima delas é a emissão da licença de instalação por parte do Instituto do Meio Ambiente e, em seguida, a autorização de construção por parte da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A expectativa da Golar Power é que as duas etapas sejam vencidas no primeiro semestre de 2021. Na sequência, iniciaria a construção em si, que deve levar de 15 a 18 meses. Dessa maneira, a empresa trabalha com a possibilidade de iniciar as operações no fim do ano de 2022.

Para Celso Silva, presidente para a América Latina da Golar Power, a escolha por Santa Catarina se deu após mais de um ano de estudos. Ela lembrou que o Estado possui uma indústria pujante e inovadora, com alto consumo de gás. “Por que não apostar em trazer gás para um Estado como Santa Catarina? Entendemos que aqui seria a melhor localização sob os pontos de vista logístico e operacional. Vamos garantir a suprir o consumo com um insumo que ajuda a sociedade a reduzir a emissão de gases do efeito estufa e também suprir outras regiões do país”.

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O terminal de regaseificação funciona com a transformação do material líquido em gás natural por meio do uso de navios regaseificadores, que serão conectados à rede já existente.

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Redação Misturebas

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