Notícias de Economia

SC pode ser um dos estados mais afetados por nova taxação dos EUA, alerta FIESC

Clique e saiba mais!
Garanta já o seu!

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) avalia que a possível aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos importados do Brasil pelos Estados Unidos pode trazer impactos negativos à economia catarinense, especialmente no setor industrial exportador.

A medida foi recomendada pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), com base na Seção 301 do Trade Act de 1974, e atinge principalmente produtos manufaturados, segmento que representa uma parte significativa das exportações catarinenses.

Saiba mais!

Setores como aço e alumínio e algumas commodities já afetadas por outras normas não seriam o foco principal da nova taxação.

Segundo o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Gilberto Seleme, a proposta é motivo de preocupação devido ao perfil das exportações catarinenses para o mercado norte-americano, fortemente concentrado em produtos industrializados.

Faça seu orçamento - Clique aqui

Um levantamento preliminar da entidade aponta que apenas entre 3,2% e 5,8% das exportações de Santa Catarina para os Estados Unidos estariam fora da incidência da tarifa de 25% proposta. O percentual é significativamente menor do que a média nacional, que varia entre 47,5% e 50,9%.

>>>> LEIA TAMBÉM: ‘DesTarifaço’: Fiesc lança pacote gratuito de apoio a indústrias e trabalhadores afetados em SC por tarifas dos EUA

Diante do cenário, a FIESC orienta que exportadores façam uma análise individualizada de seus produtos para verificar se há enquadramento nas exceções da lista, que reúne cerca de 1,7 mil itens.

A entidade também afirma estar preparada para atuar na defesa do setor industrial catarinense. Como a recomendação ainda não é uma decisão definitiva e está em fase de consulta pública, a FIESC pretende atuar em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) em ações de articulação e defesa dos interesses do setor produtivo.

A FIESC e a CNI seguem acompanhando o andamento da proposta e defendendo alternativas que preservem a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos e reduzam possíveis impactos à indústria exportadora.

Saiba mais!
CLIQUE PARA ENTRAR

Um Comentário

  1. Mas a fiesc continua apoiando a direita Bolsonarista.Tem que pagar a escolha.Apoiem o Flávio Bolsonaro ir aos Estados Unidos falar com o Trump

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo