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Esquema ilegal em farmácia é desmantelado após cliente quase morrer em Gaspar; três são presos

Os envolvidos comercializavam e aplicavam substâncias sem registro no Brasil.

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Uma investigação da Polícia Civil de Santa Catarina revelou um esquema de comercialização ilegal de substâncias proibidas que quase terminou em tragédia em Gaspar.

O caso veio à tona após um homem de 58 anos sofrer complicações graves de saúde depois de utilizar um medicamento adquirido em uma farmácia da cidade, o que levou os agentes a aprofundarem as apurações.

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Com o avanço das diligências, os policiais identificaram que o estabelecimento vendia anabolizantes de origem estrangeira sem registro no Brasil e, em alguns casos, realizava até a aplicação dos produtos no próprio local. Diante dos indícios, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, executados no dia 30 de abril.

Durante a ação, foram encontrados diversos frascos das substâncias armazenados de forma irregular, sem controle de temperatura, o que aumenta ainda mais os riscos à saúde.

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As investigações também apontaram que o proprietário da farmácia e um atendente atuavam juntos no esquema. Na casa do dono do estabelecimento, os policiais localizaram medicamentos de uso controlado fora do ambiente comercial, que estariam sendo vendidos sem prescrição médica. Ambos acabaram presos em flagrante.

A apuração seguiu e levou os agentes até o suposto fornecedor dos produtos. Um novo mandado foi cumprido nesta segunda-feira (4), resultando na prisão de um terceiro envolvido.

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Esquema ilegal em farmácia é desmantelado após cliente quase morrer em Gaspar; três são presos

No local, foram apreendidos anabolizantes, caixas da mesma substância irregular, além de seringas, agulhas, equipamentos de transporte térmico e anotações que indicam a movimentação das vendas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, a prática representa um grave risco à saúde pública e pode ter consequências severas. Ele destacou que três pessoas já foram detidas, mas as investigações continuam para identificar outros participantes da rede criminosa. A legislação brasileira prevê penas que podem chegar a 15 anos de reclusão para esse tipo de crime.

 

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