Professor de fanfarra é condenado a mais de 77 anos por estuprar alunas em Blumenau
A decisão também fixou indenização de R$ 50 mil para cada uma das jovens.

A Justiça de Blumenau condenou um professor da fanfarra de uma escola municipal a mais de 77 anos de prisão por uma série de crimes sexuais cometidos contra estudantes. A investigação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) comprovou que cinco adolescentes foram vítimas do educador, e que, em dois casos, houve estupro de vulnerável. A decisão também fixou indenização de R$ 50 mil para cada uma das jovens, totalizando R$ 250 mil.
O processo revelou que o professor se aproveitava do cargo e da confiança que possuía dentro da escola para se aproximar das alunas. Ele utilizava as atividades da fanfarra para criar situações em que pudesse praticar atos de cunho sexual e constranger as vítimas.
Depoimentos indicam que o comportamento do condenado era recorrente, o que levanta suspeitas de que outras estudantes também possam ter sido afetadas.
O conjunto de crimes inclui estupros de vulnerável, assédios, importunações e produção de material pornográfico envolvendo adolescentes. A soma das penas ultrapassa 77 anos, divididos entre reclusão em regime fechado e detenção em regime semiaberto.
A decisão judicial determinou ainda a perda do cargo público. O réu, que está preso desde março, permanecerá detido. O magistrado responsável destacou que a gravidade e a repetição das condutas justificam o cumprimento inicial da pena em regime fechado.
>> LEIA TAMBÉM: Rodeio abre processo seletivo para ampliação e redução temporária de carga horária de professores efetivos
Para o promotor de Justiça Leandro Garcia Machado, a sentença reforça a necessidade de proteger o ambiente escolar, que deve ser um espaço de segurança e aprendizado. Ele afirmou que o Ministério Público seguirá atuando para garantir punições exemplares a quem comete crimes dessa natureza.
A defesa ainda pode recorrer.
Como denunciar
Casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes podem ser denunciados de forma anônima. O MPSC orienta que as comunicações sejam feitas pelos seguintes canais:
• Disque 100, atendimento nacional e gratuito;
• Delegacia de Polícia ou DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso);
• Conselho Tutelar da cidade;
• Ouvidoria do MPSC — www.mpsc.mp.br/ouvidoria;
• Promotorias de Justiça — www.mpsc.mp.br/promotorias-de-justica/encontre-uma-promotoria.
• Em situações de emergência, o número de contato é 190.











Não concordo com o valor em dinheiro pois se o condenado não tem os valores o que acontece.A denuncia diz mais de cinco nenhuma falou nada antes . Correto a punição mas nenhuma abusada falou antes de ter cinco.Acho que deveria castrar um cara desse
Tinha q colocar o nome e a cara desse monstro jaguara, só porque é magistrado não divulga, se fosse um negro de favela pedreiro ou motorista ou serviços gerais pobre aí era estampada fotos e mais fotos ….