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Em SC, fisiculturista assassinado com 21 facadas pela esposa era espionado por buracos na parede

As apurações revelaram que a esposa nutria intenso ciúme.

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Polícia Civil concluiu nesta quinta-feira (2) o inquérito sobre a morte do fisiculturista Valter Vargas Aita, de 41 anos, em Chapecó. De acordo com a investigação, a responsável pelo crime é a própria esposa, que teria atacado o marido por acreditar que ele a traía.

Segundo divulgado pelo UOL, o laudo necroscópico mostrou que Valter sofreu 21 facadas em diversas partes do corpo, começando ainda enquanto dormia, sem chance de reação imediata. Ele foi atingido em regiões vitais, como jugular, cabeça, nuca e rosto, além de braços, pernas, tórax e abdômen.

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Ferido, o personal trainer conseguiu deixar o apartamento em busca de ajuda, mas caiu na escadaria do prédio, onde morreu antes de receber socorro. Exames apontaram cortes nas mãos da vítima, indicando que ele tentou se defender da lâmina. Já a mulher apresentava apenas ferimentos superficiais. Em depoimento, ela afirmou ter sido atacada primeiro pelo marido, mas a versão foi descartada pela polícia, que classificou o caso como homicídio doloso qualificado por motivo fútil e meio que dificultou a defesa da vítima.

Ainda segundo o UOL, as apurações revelaram que a esposa nutria intenso ciúme e chegou a vigiar o companheiro através de pequenos buracos feitos na parede do quarto, de onde observava seus movimentos no celular.

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Conversas resgatadas em mensagens mostraram que ela já havia ameaçado Valter semanas antes do crime. Investigadores também descobriram que a suspeita compartilhava suas frustrações em diálogos com uma inteligência artificial, em que relatava desconfianças sobre supostas traições.

>> LEIA TAMBÉM: Companheira que matou fisiculturista em SC já tinha condenação por latrocínio

A suspeita permanece presa preventivamente. O casal, natural de Santa Maria (RS), vivia em Chapecó desde 2021 e mantinha uma vida discreta.

A mulher, no entanto, já tinha histórico criminal: foi condenada a 15 anos de prisão no Rio Grande do Sul por participação em uma tentativa de latrocínio em 2019, mas estava em liberdade recorrendo da decisão e acabou não sendo localizada após a confirmação da pena pelo Superior Tribunal de Justiça em 2023.

Valter, além de professor de educação física, era atleta de fisiculturismo. Ele conquistou seis títulos estaduais e chegou a ser vice-campeão da World Fitness Federation, acumulando reconhecimento dentro da modalidade esportiva.

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