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FIESC alerta para corte de 50% em recursos federais para rodovias de SC em 2026

FIESC alerta para atrasos em rodovias e pede mais recursos para SC

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A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) manifestou preocupação com a redução dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 para obras e manutenção das rodovias federais do estado.

O montante de R$ 506,7 milhões destinado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) representa uma queda de 50% em relação à dotação recorde de 2023 (R$ 1,04 bilhão) e é considerado insuficiente para concluir obras em andamento e manter a malha viária.

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Em documento enviado ao ministro dos Transportes, Renan Filho, a FIESC alerta que os cortes podem comprometer prazos de duplicações e ampliações em rodovias estratégicas, como as BRs 470, 280, 163, 285 e 282, fundamentais para o escoamento da produção, geração de empregos e arrecadação tributária.

“Precisamos sensibilizar os parlamentares e o governo sobre a necessidade urgente de ampliar os recursos. Caso contrário, obras já atrasadas há anos terão ainda mais postergações”, destacou o presidente da entidade, Gilberto Seleme.

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Segundo o levantamento, apenas R$ 50 milhões foram destinados à duplicação da BR-470, embora o valor necessário seja de R$ 200 milhões, o que coloca em risco a conclusão do viaduto em Rio do Sul e a segurança do trecho entre Navegantes e Indaial.

Situação semelhante ocorre na BR-280, que recebeu previsão de R$ 80 milhões, menos da metade do necessário para a retomada de obras em São Francisco do Sul, Guaramirim e Jaraguá do Sul.

Já a BR-285, com apenas 20% das obras concluídas até agosto, deve sofrer atraso na contenção de encostas, prevista originalmente para 2025.

A entidade também criticou a inclusão das obras de contenção da BR-285 dentro do orçamento de manutenção de rodovias, reduzindo os valores disponíveis para conservação.

A sugestão é que o governo federal faça um aporte adicional de R$ 51 milhões para não comprometer os serviços básicos de recuperação e restauração.

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A FIESC defende que os parlamentares catarinenses articulem emendas à LOA de 2026 para recompor os valores necessários.

“Sem investimentos adequados, corremos o risco de paralisar obras essenciais, aumentar os custos logísticos e comprometer a competitividade da economia catarinense”, reforçou Seleme.

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