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Com recorde de 83,8 mil empregos em 2025, Santa Catarina mantém menor taxa de desemprego do país

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Santa Catarina registrou a criação de 83.817 novas vagas de empregos formais em 2025, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 29 de setembro.

O crescimento no estado até agosto foi de 3,26%, acima da média nacional de 3,18%, consolidando Santa Catarina como uma das regiões mais dinâmicas do país no mercado de trabalho.

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No ranking nacional, o estado ocupa a 5ª posição em saldo de empregos, atrás de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia.

Entre os municípios com maior geração de vagas estão Joinville, Itajaí, Blumenau, Chapecó e Florianópolis, todos com saldo superior a 3 mil postos de trabalho.

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Em agosto, o saldo de empregos formais foi de 315 novas vagas, número inferior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Entre os fatores que impactaram o desempenho estão as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, que afetaram diretamente setores estratégicos da indústria catarinense.

Para mitigar os efeitos, o Governo do Estado lançou, ainda em agosto, um pacote de R$ 435 milhões destinado a apoiar empresas afetadas, protegendo cerca de 73 mil empregos. Outro fator que influencia o cenário é a taxa básica de juros no país, a Selic, atualmente em 15%.

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O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, destacou que o crescimento do emprego formal está dentro do esperado para um estado em situação de pleno emprego.

“Santa Catarina registrou a menor taxa de desemprego do país, 2,2% em agosto, o menor índice da série histórica iniciada em 2012”, afirmou.

Oliveira ressaltou que o governo monitora de perto os indicadores do mercado de trabalho e age rapidamente para proteger os empregos diante de desafios nacionais e internacionais.

A Indústria e os Serviços foram responsáveis por aproximadamente 80% das novas vagas no estado. Na Indústria, os principais destaques foram a fabricação de produtos alimentícios (4.846 vagas) e têxteis (3.329).

Já no setor de Serviços, o destaque ficou com a atenção à saúde (6.228) e a administração pública, defesa e seguridade social (6.051). Esse desempenho reforça a importância estratégica desses setores para o crescimento e a resiliência do mercado de trabalho catarinense.

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