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Mulher fratura cervical e quase se afoga após cabelo ficar preso em sugador de piscina no RS

A princípio, o sugador estava sem a proteção obrigatória por lei.

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O que era para ser um dia tranquilo de lazer em família se transformou em um pesadelo para Flaviane Dias Cumerlato. Durante uma viagem, enquanto aproveitava a piscina de uma casa alugada em Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, ela sofreu um grave acidente ao ter seu cabelo sugado pelo ralo da piscina. O impacto resultou na fratura de três vértebras da cervical.

O acidente ocorreu em 1º de fevereiro, após todas as crianças já terem saído da piscina. Em um mergulho, Flaviane sentiu uma força inesperada puxando seu cabelo para baixo, prendendo-a de costas contra o sugador.

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Sem conseguir se soltar, começou a se afogar e fez um esforço extremo para erguer parte da cabeça e chamar por socorro. Seu marido, ao perceber a situação, correu para resgatá-la e, com muito esforço, conseguiu puxá-la para fora d’água.

Já fora da piscina, a gravidade do acidente ficou evidente. Flaviane percebeu que não conseguia se mexer. Ao ser internada, os exames confirmaram a fratura das vértebras C5, C6 e C7. Nos primeiros dias após o ocorrido, ela perdeu os movimentos do braço direito.

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“Um dia lindo em um minuto se transformou em um pesadelo”, relatou em uma publicação nas redes sociais. Apesar das dificuldades, ela tem encarado a recuperação com otimismo. No dia 7 de fevereiro, passou por uma cirurgia e recebeu alta no dia 11.

O progresso na recuperação trouxe alívio e esperança. Em um dos registros compartilhados, celebrou ao conseguir movimentar o braço novamente, destacando sua fé ao dizer que se considera “prova viva de um milagre”.

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Desde o acidente, Flaviane tem usado suas redes sociais para alertar sobre os perigos do sugador de piscinas, especialmente para quem está com o cabelo solto. Para ela, compartilhar sua história é uma forma de evitar que outras pessoas passem pelo mesmo trauma.

Além de conscientizar sobre o risco, ela também apontou que os responsáveis pela locação da casa não tomaram os devidos cuidados com a segurança da piscina. Segundo Flaviane, o sugador estava sem a proteção obrigatória por lei, um detalhe que poderia ter evitado o acidente.

Agora, em recuperação, ela segue compartilhando sua jornada e reforçando a importância de medidas preventivas para evitar tragédias semelhantes.

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