Câmara aprova projeto de energia solar em prédios públicos e avança com medidas voltadas à sustentabilidade em Blumenau
A Câmara de Vereadores de Blumenau deu mais um passo em direção à sustentabilidade ao aprovar, nesta terça-feira (21), um projeto que prevê a instalação de sistemas de energia solar em prédios públicos do município. A proposta busca reduzir gastos com energia elétrica e ampliar o uso de fontes renováveis na administração municipal.
O texto cria um programa que incentiva a adoção de sistemas fotovoltaicos em imóveis públicos, desde que haja viabilidade técnica e financeira. A expectativa é que, além da economia aos cofres públicos, a iniciativa contribua para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e fortaleça a conscientização ambiental entre servidores e moradores.
Antes de entrar em vigor, o projeto ainda precisa passar pela redação final da Câmara e ser encaminhado para sanção do Executivo.
Na mesma sessão, os vereadores também aprovaram a criação da Semana Municipal da Moda Sustentável, do Design e da Moda Autoral. O evento deverá integrar o calendário oficial de Blumenau e ocorrer anualmente na última semana de agosto, período que inclui o Dia Nacional do Brechó.
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A proposta pretende incentivar a economia criativa, fortalecer o setor têxtil, estimular práticas de reaproveitamento de materiais e promover a moda circular. A programação poderá reunir desfiles, feiras, exposições, palestras e ações educativas voltadas à sustentabilidade e ao empreendedorismo local.
Outro tema que movimentou a sessão foi a rejeição de três vetos apresentados pelo Executivo municipal. Entre eles estão projetos que tratam da divulgação de informações sobre obras públicas paralisadas, da transparência em intervenções no trânsito e da alteração do zoneamento da Rua Teresa Cristina, no bairro Velha.
Durante os debates, vereadores defenderam que as propostas ampliam a transparência e atendem aos interesses da população. Já a liderança do governo argumentou que os vetos tinham fundamentação técnica e jurídica, mas a maioria dos parlamentares decidiu mantê-los rejeitados, permitindo que os projetos avancem para promulgação.







