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Após reclamar de som alto em igreja de BC, homem leva socos de guarda municipal de folga

Ele chegou a ficar desacordado e precisou de atendimento médico.

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A investigação sobre uma agressão envolvendo um guarda municipal de folga em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, ganhou repercussão após a divulgação de imagens de segurança que mostram um homem sendo atingido por socos durante uma discussão em frente a uma igreja evangélica. O caso aconteceu em 18 de maio e é apurado pela Polícia Civil.

De acordo com o G1, a vítima contou que a confusão começou quando ele foi até o local para reclamar do volume do som dos cultos religiosos. Ele afirma que convive há anos com o barulho vindo da igreja, já que mora nas proximidades, e que a situação afeta diretamente a rotina de casa, especialmente por ser pai de uma criança autista de 9 anos. A igreja, por sua vez, sustenta que o som está dentro dos padrões legais.

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As imagens registradas por câmeras de segurança mostram o momento em que o homem é agredido repetidas vezes, até ser contido por pessoas que estavam no local. Ele chegou a ficar desacordado e precisou de atendimento médico, onde recebeu pontos na boca. Segundo seu relato, a violência começou logo após ele iniciar a gravação da conversa com o guarda, que teria solicitado a interrupção do vídeo.

Ainda segundo o G1, após o episódio, a Guarda Municipal confirmou que um de seus agentes, embora estivesse fora de serviço, esteve envolvido na ocorrência. A corporação abriu procedimento administrativo e informou que o servidor foi deslocado para funções internas enquanto o caso é analisado. A instituição ressaltou que eventuais infrações disciplinares podem ser punidas mesmo fora do horário de trabalho.

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A Polícia Civil informou apenas que o caso foi distribuído para a delegacia do município e segue em investigação, sem divulgar mais detalhes até o momento. Já a igreja envolvida declarou que repudia qualquer forma de violência e afirmou que o episódio não tem relação direta com suas atividades religiosas, classificando o fato como isolado.

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O caso também se insere em um histórico de reclamações envolvendo o som do templo. O morador relata ter feito diversas denúncias ao longo dos anos. Em etapas anteriores, houve apurações e até ação por poluição sonora.

Ainda segundo o G1, o Ministério Público chegou a apontar excesso de ruído em medições antigas, mas após determinações judiciais e adequações acústicas realizadas pela instituição, novas avaliações indicaram níveis dentro do permitido, permitindo a continuidade das atividades religiosas.

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