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Pit bull resgatado e mantido em associação gera tensão e troca de acusações em Timbó

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Um caso envolvendo um pit bull resgatado no bairro Mulde, em Timbó, tem gerado forte repercussão e dividido opiniões na comunidade. O animal, que foi retirado de situação de abandono por uma ONG de proteção animal, acabou se tornando o centro de um impasse entre voluntários e uma associação onde ele estava abrigado.

Segundo informações repassadas ao Misturebas News, a ONG vinha mantendo o cão com recursos próprios, sem apoio público. Diante das dificuldades financeiras e da falta de adotantes, o animal foi deixado temporariamente nas dependências de uma associação da cidade.

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No entanto, a permanência do pit bull no local gerou revolta. Após a ONG publicar um apelo para adoção do animal na rede social, um comentário da secretária da associação afirmava que a entidade é privada e não pode se responsabilizar pelo animal. Ela também relatou que eventos chegaram a ser cancelados por conta da presença do cachorro, que estaria preso em uma área utilizada pela instituição.

A representante destacou ainda que medidas estariam sendo tomadas para a retirada urgente do animal, incluindo o registro de um boletim de ocorrência. Segundo ela, caso ocorra algum incidente dentro do espaço, a responsabilidade seria exclusivamente da ONG.

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Por outro lado, a responsável pela ONG relatou ao Misturebas News, que passou a sofrer ameaças para retirar o cão do local tanto da associação como de membros da comunidade. Em meio à pressão e sem condições financeiras de continuar mantendo o animal, cujo custo mensal pode chegar a cerca de R$ 1.200 para manter ele em um canil, ela afirma que fez um apelo público em busca de ajuda ou adoção.

“O valor aproximado de R$1200 seria para mantê-lo em um canil. Não estou arrecadando dinheiro para deixá-lo lá, até porque não é qualquer canil que aceita essa raça”, relatou Adriana, responsável pela ONG, ao Misturebas News.

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Ainda de acordo com a protetora, diante da falta de alternativas, chegou a autorizar que o animal fosse solto, caso alguém assumisse a responsabilidade, o que gerou ainda mais preocupação entre moradores.

“Eu já consegui castrá-lo e realizar todos os cuidados necessários para que ele ficasse bem”, relatou Adriana ao Misturebas.

O caso levanta um debate importante sobre a responsabilidade no acolhimento de animais resgatados, a falta de estrutura para abrigos e o papel do poder público nessas situações.

Enquanto isso, o destino do pit bull segue indefinido, e a situação continua mobilizando a comunidade local entre manifestações de apoio, críticas e pedidos por uma solução urgente e segura para o animal e para a população.

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