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Morte de grávida em SC tem novo rumo e médico de hospital de Indaial deve ser indiciado

A polícia indica que a conduta do médico influenciou o desfecho.

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A investigação sobre a morte da jovem grávida Maria Luiza Bogo Lopes, de 18 anos, e do bebê que ela esperava entra em uma etapa decisiva em Indaial, no Vale do Itajaí. À frente do caso, o delegado Aderlan Camargo já sinalizou que deve indiciar o médico responsável pelo terceiro atendimento realizado no Hospital Beatriz Ramos, em Indaial, por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

A conclusão preliminar da polícia aponta que a conduta do profissional teve peso no desfecho, mesmo antes da formalização do depoimento dele.

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Segundo a apuração, a paciente, que já havia procurado atendimento anteriormente e apresentava uma gestação com comorbidades, não recebeu a atenção considerada adequada.

A investigação indica que exames importantes deixaram de ser solicitados, o histórico clínico não foi devidamente considerado e não houve encaminhamento para internação. Após ser medicada, a jovem foi liberada, decisão que, na avaliação policial, contribuiu para o agravamento do quadro.

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O andamento do inquérito também enfrenta impasses. O depoimento do médico foi adiado após pedidos da defesa, que solicitou acesso a imagens internas e laudos periciais, mas teve as solicitações negadas por não serem consideradas essenciais. Uma nova oitiva chegou a ser marcada, porém, segundo informado ao Misturebas News, o profissional não compareceu. Mesmo assim, o delegado não descarta encerrar a fase de instrução sem ouvi-lo.

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Procurado pelo Misturebas News, Aderlan Camargo informou que ainda realiza etapas finais da investigação e que deve apresentar novidades nos próximos dias, afirmando que precisa cumprir algumas diligências e que pretende atualizar a situação entre segunda e terça-feira.

Além do terceiro atendimento, a atuação da médica responsável pela segunda avaliação da paciente também segue sob análise. Embora, até o momento, a conduta seja considerada menos grave, a possibilidade de responsabilização ainda não foi descartada. Com a mudança recente no comando do inquérito, após a saída do delegado Ícaro Malveira, a expectativa é de que o caso seja concluído em breve.

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