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“Pior do que o SUS”: jornalista denuncia situação e faz críticas à atuação da Unimed em SC

Relato aponta burocracia, dificuldades para autorizações e aumento de ações judiciais

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Uma gravação feita em frente a uma unidade da Unimed, em Florianópolis, colocou em evidência uma série de críticas ao funcionamento da operadora.

No vídeo, o jornalista Vanio Bossle afirma que a situação enfrentada por segurados tem se tornado cada vez mais difícil, chegando, segundo ele, a ser “pior do que era o SUS”.

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No relato, ele afirma que usuários do plano estariam enfrentando dificuldades significativas para conseguir a liberação de exames, inclusive os mais simples.

Segundo o jornalista, mesmo com laudo médico em mãos, pacientes que procuram a operadora para autorização de procedimentos acabam tendo os pedidos colocados sob análise interna.

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Esses casos seriam encaminhados para avaliações descritas como “estudos e pareceres” realizados por um grupo técnico, o que, na visão apresentada, representa um processo excessivamente burocrático.

A crítica aponta que esse tipo de procedimento pode acabar desestimulando o paciente, que, diante da demora e das exigências, tende a desistir do exame, enquanto continua arcando com os altos custos do plano de saúde.

O cenário, de acordo com Vanio Bossle, se torna ainda mais preocupante quando envolve idosos, especialmente aqueles com planos antigos. Nesses casos, conseguir uma autorização é descrito como um processo difícil e desgastante.

Outro ponto destacado é o volume de ações judiciais envolvendo a operadora no estado. O jornalista afirma que há um número expressivo de processos movidos por beneficiários que, ao recorrerem à Justiça, conseguem decisões favoráveis e até indenizações.

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Além disso, o atendimento também é alvo de críticas. Conforme o relato, determinadas centrais não oferecem atendimento presencial, sendo o contato feito apenas por sistemas automatizados, o que dificultaria ainda mais a resolução das demandas dos usuários.

O jornalista também questiona a relação entre o discurso institucional da operadora, voltado à promoção da saúde, e a realidade enfrentada por pacientes.

Segundo ele, nem mesmo laudos emitidos por médicos com registro profissional ativo estariam sendo plenamente considerados nos processos internos.

Diante desse contexto, Vânio Bossle orienta os beneficiários a buscarem seus direitos por meio da Justiça.

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