Notícias do Médio Vale do Itajaí

Investigação sobre morte de jovem e bebê expõe falhas em atendimentos médicos em Indaial

Os peritos também observaram inconsistências nos prontuários.

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Novos desdobramentos no caso da morte de Maria Luiza Bogo Lopes, de 18 anos, e de sua bebê, ainda na gestação, colocam em foco a condução dos atendimentos médicos realizados antes do agravamento do quadro.

Segundo divulgado pela ND+, o laudo da Polícia Científica revelou indícios de falhas nos procedimentos adotados durante o acompanhamento da gestante em Indaial, no Vale do Itajaí, levantando questionamentos sobre o cumprimento de protocolos clínicos.

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A análise técnica identificou problemas no atendimento prestado pelo Hospital Beatriz Ramos, especialmente na abordagem de casos com sintomas compatíveis com síndrome febril aguda. Entre os pontos destacados estão a ausência de investigação para doenças como dengue e a liberação da paciente em diferentes ocasiões, mesmo com sinais de piora no estado de saúde.

Ainda segundo o portal citado, os peritos também observaram inconsistências nos prontuários, com registros de exames solicitados sem a apresentação dos resultados correspondentes, o que compromete a avaliação completa do histórico clínico.

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Diante dessas lacunas, a Polícia Científica recomendou o envio integral dos dados do sistema hospitalar para aprofundar a apuração. O material já está com a autoridade policial responsável pelo caso, que dará sequência às investigações para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

A jovem morreu horas após dar entrada no Hospital Santo Antônio, em Blumenau, onde passou por uma cesariana de emergência. A bebê, com cerca de 28 semanas de gestação, nasceu sem batimentos cardíacos.

Antes da transferência, Maria Luiza havia buscado atendimento quatro vezes em Indaial, apresentando sintomas como febre, dores no corpo, manchas na pele e baixa contagem de plaquetas, além de já ter diagnóstico de diabetes gestacional.

O atestado de óbito aponta como causas da morte condições graves como coagulação intravascular disseminada, descolamento prematuro de placenta e síndrome HELLP. A família da jovem registrou ocorrência policial, alegando possível negligência médica.

>> LEIA TAMBÉM: Polícia Civil solicita prontuários de hospitais para apurar morte de jovem grávida de Indaial 

A ND+ informou que, o responsável pelo caso, o delegado Ícaro Malveira afirmou que o laudo pericial será determinante para identificar se houve falha profissional, seja por negligência ou imperícia, e também para apontar os envolvidos no atendimento.

Em posicionamento oficial, o Hospital Beatriz Ramos informou que abriu investigação interna logo após o ocorrido e que o caso está sendo analisado por sua comissão técnica, seguindo normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina e pelo Ministério da Saúde. A unidade declarou pesar pela morte da paciente e manifestou solidariedade à família, garantindo que a apuração será conduzida com rigor e transparência.

Já o Hospital Santo Antônio informou que a paciente chegou em estado crítico, já entubada, e recebeu atendimento imediato de equipes multidisciplinares no pronto-socorro.

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Um Comentário

  1. Minha filha deu entrada no hospital de indaial com dor no peito e pressão alta quando cheguei no hospital me falaram na portaria que tinham realizado eletro do coração falando tê-lo telefone com ela me disse que nao depois de 30 minutos lutando na portaria do hospital um rapaz me disse que tinham se enganado de pessoa e iriam fazer o eletro depois de 2 horas realizaram o exame quero deichar meu relato que existe leguigencia sim precissa ser investigado.

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