Exame clínico em hospital de SC leva à descoberta de droga escondida em paciente
Uma situação incomum registrada na Serra catarinense mobilizou profissionais de saúde e forças de segurança na tarde de segunda-feira (16), em Lages.
Uma jovem de 19 anos foi flagrada portando entorpecente nas partes íntimas durante atendimento no Hospital e Maternidade Tereza Ramos, uma das principais unidades hospitalares da região.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar de Santa Catarina, a ocorrência teve início quando a paciente deu entrada na instituição apresentando sangramento.
Durante a avaliação clínica e os procedimentos médicos necessários, os profissionais identificaram a presença de um objeto estranho no interior do corpo da mulher, circunstância que exigiu intervenção imediata por razões médicas e de segurança.
Conforme o relato policial, a remoção do material foi realizada pela própria equipe de saúde, dentro dos protocolos hospitalares. Após a retirada, constatou-se que o objeto continha substância entorpecente.
A suspeita foi confirmada pela própria paciente, que admitiu tratar-se de crack e afirmou que a droga seria destinada a uso pessoal.
>>LEIA TAMBÉM: Com pressa de chegar ao mundo, bebê nasce dentro de carro a caminho da maternidade em Blumenau
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o material apreendido totalizou cerca de um grama, fracionado em três porções.
Diante da situação, os policiais lavraram um termo circunstanciado, procedimento aplicado em casos de menor potencial ofensivo, como a posse de droga para consumo próprio, conforme previsto na legislação vigente.
A substância foi apreendida.
A jovem recebeu orientações sobre os procedimentos legais e deverá comparecer posteriormente ao Juizado Especial Criminal, onde o caso será analisado.
Não foram divulgadas informações adicionais sobre o estado de saúde da paciente após o atendimento.
Em nota, a Polícia Militar informou que a atuação ocorreu em conjunto com os profissionais da unidade hospitalar, respeitando os protocolos legais e assegurando os direitos individuais da envolvida.
O hospital não detalhou o caso, mantendo o padrão de confidencialidade em situações que envolvem pacientes.










