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Piloto de avião é preso por suspeita de praticar pedofilia; mãe e avó de vítimas também foram presas

A princípio, ele utilizava documentos de terceiros maiores de idade para levá-las a motéis.

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Nesta segunda-feira, um piloto foi preso no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, suspeito de comandar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. A informação foi confirmada pela Polícia Civil durante entrevista coletiva, na qual os investigadores afirmaram que ele é apontado como o principal responsável pelo esquema, alvo de apuração há cerca de três meses.

Segundo a polícia, o homem mantinha contato direto com algumas vítimas e utilizava documentos de terceiros maiores de idade para levá-las a motéis. As investigações indicam que os abusos começaram quando algumas das crianças ainda eram muito novas e se repetiram ao longo dos anos.

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A operação realizada nesta segunda-feira, batizada de “Apertem os Cintos”, também resultou na prisão de duas mulheres: uma avó, que teria negociado o acesso a três netas, e uma mãe que, mesmo ciente dos crimes, facilitava a aproximação e enviava registros da filha ao suspeito.

Para ter acesso às meninas, o piloto abordava diretamente mães e avós, oferecendo pequenas quantias em dinheiro e ajuda material, como medicamentos, pagamento de aluguel e a compra de bens domésticos.

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Até agora, dez vítimas foram oficialmente identificadas, a maioria com idades entre 12 e 13 anos, mas a polícia acredita que haja muitas outras, com base no material encontrado em aparelhos apreendidos.

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A prisão foi feita dentro da aeronave porque essa foi a forma mais rápida de localizar o suspeito, já que sua rotina de voos dificultava encontrá-lo em casa, em Guararema, na Grande São Paulo. O homem informou ser casado pela segunda vez e ter filhos de um relacionamento anterior.

A atual esposa compareceu à delegacia e, segundo a polícia, afirmou não ter conhecimento das práticas criminosas. As investigações continuam para identificar novas vítimas e esclarecer todos os envolvidos no caso.

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