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Polícia pede internação de adolescente investigado pela morte do cão Orelha em SC

As investigações foram encerradas nesta terça.

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Polícia Civil de Santa Catarina encerrou nesta terça-feira (3) a investigação sobre a morte do Cão Orelha e os maus-tratos sofridos pelo Cão Caramelo, em Florianópolis. Para desvendar os casos, uma força-tarefa analisou imagens de câmeras, depoimentos de testemunhas e objetos relacionados aos crimes.

No caso de Caramelo, quatro adolescentes foram apontados como responsáveis. Já no caso de Orelha, um menor teve pedido de internação encaminhado à Justiça, enquanto três adultos foram indiciados por tentar intimidar testemunhas.

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O ataque contra Orelha aconteceu na madrugada do dia 4 de janeiro, na Praia Brava. O animal foi atingido na cabeça por um objeto contundente ou chute e, apesar de ter sido resgatado por moradores, não resistiu aos ferimentos e morreu em clínica veterinária no dia seguinte.

Para identificar o autor, a polícia revisou mais de mil horas de filmagens de 14 câmeras, ouviu 24 testemunhas e utilizou softwares que permitiram rastrear o deslocamento do suspeito.

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O adolescente investigado chegou a deixar o condomínio onde morava momentos antes do ataque e voltou acompanhado de uma amiga, contradizendo sua versão inicial, de que teria permanecido no local.

>> LEIA TAMBÉM: Caso Orelha: Polícia Civil apreende celulares de adolescentes investigados por maus-tratos a cachorro em SC

No mesmo dia em que a polícia identificou os suspeitos, ele viajou para fora do país e só retornou em 29 de janeiro, quando foi interceptado pelas autoridades. Familiares tentaram esconder roupas usadas pelo jovem no dia do crime, que se tornaram evidências importantes para o caso.

A apuração seguiu as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e terminou após o depoimento do menor. Agora, os processos foram enviados ao Ministério Público e ao Judiciário.

A internação solicitada pela polícia para o adolescente é equivalente a prisão de adulto, devido à gravidade do ataque. A análise de dados dos celulares apreendidos deve complementar as provas e revelar novas informações sobre os casos.

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